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        <title><![CDATA[reiartur]]></title>
        <description><![CDATA[Bitaites e calinadas de um disléxico e pseudo ilustrador.

study #Bitcoin]]></description>
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      <pubDate>Thu, 03 Oct 2024 11:22:08 GMT</pubDate>
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      <title><![CDATA[O Bitcoin é muito poluente?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Oct 2024 11:22:08 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ver se é ou não muito poluente, é necessário compreender que consumir energia, nem sempre significa que é necessário produzir mais energia, consequentemente poluindo mais. Podemos consumir energias que existem em abundância, que atualmente estão a ser desperdiçadas, que não são aproveitadas por ninguém.</p>
<p>Vamos imaginar uma árvore que consome 1000 litros de água, com isso produz 1000 maçãs. Mas o agricultor apenas consegue vender 800 maçãs, as outras 200 maçãs vão acabar por apodrecer e vão parar ao lixo.</p>
<p>Não comer as 200 maçãs, não significa que vamos poupar 200 litros de água. A água já foi consumida pela árvore, é indiferente se as maçãs são ou não comidas. É claro que é mais sustentável que todas as maçãs sejam consumidas e também mais lucrativas para os agricultores.</p>
<p>Por esse motivo, a fruta que não é vendida para o consumo direto, o agricultor acaba por vender por preços muito inferiores para a indústria das bebidas, é uma medida totalmente sustentável.</p>
<p>É exatamente isto, que parte da mineração de Bitcoin faz, consome energia que existe por toda a parte, que não é consumida, a chamada energia ociosa ou desperdiçada. A energia ociosa, como as 200 maçãs, não representa mais poluição mas sim mais sustentabilidade. Já que a energia existe, vamos aproveitar para algo útil, em vez de a “jogar para o lixo”.</p>
<p>A energia ociosa está por toda a parte, locais onde existe excesso de produção, locais onde existem muitos recursos naturais, mas não existe consumo.</p>
<h1>Estabilidade da rede</h1>
<p>O crescimento da energia de origem Eólica e Solar criou um problema de estabilidade nas redes elétricas, devido à sua intermitência.</p>
<p>Quando a energia era essencialmente de origem fóssil, a energia era gerada consoante a necessidade do consumo. De dia colocava-se mais carvão nas caldeiras, à noite/madrugada teria que ser bem menos carvão.</p>
<p>Se de dia é consumido 100, é necessário produzir 101. Se de madrugada for 70, tem que ser produzido 71. Com o carvão era fácil estabilizar a rede elétrica, bastava controlar a quantidade de carvão que se colocava nas caldeiras.</p>
<p>Como as energia de origem Eólica e Solar, a geração de energia está condicionada às condições meteorológicas. Se for um dia com muito vento, o vento não pode ser desligado nem os aerogeradores podem ser desligados. É indiferente se existe ou não consumo, essa energia é gerada.</p>
<p>No caso da energia de origem hídrica, por norma a geração pode ser controlada, excepto quando a barragem(usina) está na capacidade máxima, nesse caso são obrigados a descarregar a água.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/f4cf45a352c8e6b98998243b1b16ce1b9e7dc994d21181dcf32ff90cef5cc24e.jpg" alt=""></p>
<p>No gráfico é notório o descasamento entre a geração e o consumo, a geração foi muito superior ao consumo.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/b2cca71f3cc6c14a48e14342a23f3632808c240c8a6e948ee5f27046c021f6cf.jpg" alt=""></p>
<p>No mesmo dia, o preço da energia chegou a zero, não havia consumidores para tanta energia. Este excedente de energia pode ser utilizado pelos mineradores, é exatamente isto, o que está a acontecer no Texas, EUA. Este excedente que não seria utilizado e como é muito barato é consumido pela indústria do bitcoin. Quando não existe excedente, os mineradores são obrigados, por lei, a desligar as máquinas.</p>
<p>Com o crescimento das renováveis, o papel dos mineradores será cada vez mais essencial. Esta energia não é criada com o objeto da mineração, é um excedente que existe no mercado, logo não aumenta a poluição, é totalmente sustentável.</p>
<h1>Novos recursos renováveis</h1>
<p>A indústria de mineração está também aproveitando os recursos naturais e renováveis, que não são explorados por questões de viabilidade económica, permitindo ajudar as populações ao seu redor.</p>
<p>Em África ou em locais muito recônditos, as empresas de mineração estão a construir pequenas barragens(usinas) hidroeléctricas em localidades onde existem condições naturais, só que existe pouca população ao seu redor, como os consumos são baixos, esses projetos não são viáveis economicamente. A única alternativa para as populações, era consumir energia com origem não renováveis. Com a mineração, esses projetos tornam-se viáveis economicamente, uma parte da energia gerada é vendida à população e o restante é utilizado para minerar bitcoin. É o chamado Win Win, a população tem uma fonte de energia mais barata e renovável e a empresa de mineração tem lucros que permite financiar a construção das instalações e ter lucros.</p>
<p>Existem países com abundância de energia hídrica como os países nórdicos, Paraguai, Canadá ou o Reino do Butão. O Butão, é um caso curioso, como é um país com pouca população, mas com muita água, que permite ter uma elevada capacidade de produção energética. Mas só uma parte dessa capacidade é consumida, por isso, o governo está a utilizar esse excesso de energia para minerar bitcoin. Também existe o caso de El Salvador, que utiliza a energia termoelétrica, quase inesgotável, dos seus vulcões. Em ambos os casos 100% renováveis, com reduzidas ou nulas emissão de gases com efeito estufa.</p>
<p>Além de não ser poluente, a mineração é um incentivo para o desenvolvimento e para uma maior produção de energias renováveis.</p>
<h1>Metano</h1>
<p>Outra fonte de energia muito despercebida, é o metano. Todos nós temos aquela imagem dos poços de petróleo, com uma chaminé a queimar gás metano. Devido ao metano ser muito prejudicial para a camada do ozono, é preferível queimá-lo, do que libertá-lo em bruto.</p>
<p>Esta fonte de energia, simplesmente foi queimada durante anos, sem qualquer utilidade. Hoje em dia, a indústria do Bitcoin está aproveitando essa energia desperdiçada, utilizando o calor da queima para gerar energia elétrica e com ela, minerar Bitcoin.</p>
<p>Ou seja, com ou sem mineração, a poluição já existe, a mineração apenas aproveita o recurso, dá utilidade. Este processo não aumenta as emissões, pelo contrário, até reduz as emissões, é carbono negativo, mas isto é um assunto altamente complexo, fica para uma explicação mais tarde.</p>
<p>Estudos indicam que apenas uma parte do gás metano é queimado, devido ao seu custo e à escassa fiscalização, muitas explorações petrolíferas acabam por fraudar, libertando o metano diretamente, sem queimar.</p>
<p>Agora como a atividade é lucrativa, existe um incentivo para fazer o correto, sem fraudes. Isto vai permitir estimar, o valor mais aproximado do metano queimado, até agora esse valor era subestimado.</p>
<p>O metano não existe só na exploração petrolífera, também existe nas instalações de produção agrícola e em aterros de resíduos urbanos.</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>A indústria de mineração de bitcoin é extremamente exigente, o custo de energia é essencial, por isso procuram pelas energias mais baratas em todo o mundo. Hoje em dia, já não é viável economicamente para as mineradoras, a utilização de energia com origem fóssil.</p>
<p>Agora os mineradores procuram por energias ociosas/excedentes, renováveis e apostam na produção própria.</p>
<p>A ideia de que a mineração de bitcoin é muito poluente, não corresponde à verdade.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Antes de ver se é ou não muito poluente, é necessário compreender que consumir energia, nem sempre significa que é necessário produzir mais energia, consequentemente poluindo mais. Podemos consumir energias que existem em abundância, que atualmente estão a ser desperdiçadas, que não são aproveitadas por ninguém.</p>
<p>Vamos imaginar uma árvore que consome 1000 litros de água, com isso produz 1000 maçãs. Mas o agricultor apenas consegue vender 800 maçãs, as outras 200 maçãs vão acabar por apodrecer e vão parar ao lixo.</p>
<p>Não comer as 200 maçãs, não significa que vamos poupar 200 litros de água. A água já foi consumida pela árvore, é indiferente se as maçãs são ou não comidas. É claro que é mais sustentável que todas as maçãs sejam consumidas e também mais lucrativas para os agricultores.</p>
<p>Por esse motivo, a fruta que não é vendida para o consumo direto, o agricultor acaba por vender por preços muito inferiores para a indústria das bebidas, é uma medida totalmente sustentável.</p>
<p>É exatamente isto, que parte da mineração de Bitcoin faz, consome energia que existe por toda a parte, que não é consumida, a chamada energia ociosa ou desperdiçada. A energia ociosa, como as 200 maçãs, não representa mais poluição mas sim mais sustentabilidade. Já que a energia existe, vamos aproveitar para algo útil, em vez de a “jogar para o lixo”.</p>
<p>A energia ociosa está por toda a parte, locais onde existe excesso de produção, locais onde existem muitos recursos naturais, mas não existe consumo.</p>
<h1>Estabilidade da rede</h1>
<p>O crescimento da energia de origem Eólica e Solar criou um problema de estabilidade nas redes elétricas, devido à sua intermitência.</p>
<p>Quando a energia era essencialmente de origem fóssil, a energia era gerada consoante a necessidade do consumo. De dia colocava-se mais carvão nas caldeiras, à noite/madrugada teria que ser bem menos carvão.</p>
<p>Se de dia é consumido 100, é necessário produzir 101. Se de madrugada for 70, tem que ser produzido 71. Com o carvão era fácil estabilizar a rede elétrica, bastava controlar a quantidade de carvão que se colocava nas caldeiras.</p>
<p>Como as energia de origem Eólica e Solar, a geração de energia está condicionada às condições meteorológicas. Se for um dia com muito vento, o vento não pode ser desligado nem os aerogeradores podem ser desligados. É indiferente se existe ou não consumo, essa energia é gerada.</p>
<p>No caso da energia de origem hídrica, por norma a geração pode ser controlada, excepto quando a barragem(usina) está na capacidade máxima, nesse caso são obrigados a descarregar a água.</p>
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<p>No gráfico é notório o descasamento entre a geração e o consumo, a geração foi muito superior ao consumo.</p>
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<p>No mesmo dia, o preço da energia chegou a zero, não havia consumidores para tanta energia. Este excedente de energia pode ser utilizado pelos mineradores, é exatamente isto, o que está a acontecer no Texas, EUA. Este excedente que não seria utilizado e como é muito barato é consumido pela indústria do bitcoin. Quando não existe excedente, os mineradores são obrigados, por lei, a desligar as máquinas.</p>
<p>Com o crescimento das renováveis, o papel dos mineradores será cada vez mais essencial. Esta energia não é criada com o objeto da mineração, é um excedente que existe no mercado, logo não aumenta a poluição, é totalmente sustentável.</p>
<h1>Novos recursos renováveis</h1>
<p>A indústria de mineração está também aproveitando os recursos naturais e renováveis, que não são explorados por questões de viabilidade económica, permitindo ajudar as populações ao seu redor.</p>
<p>Em África ou em locais muito recônditos, as empresas de mineração estão a construir pequenas barragens(usinas) hidroeléctricas em localidades onde existem condições naturais, só que existe pouca população ao seu redor, como os consumos são baixos, esses projetos não são viáveis economicamente. A única alternativa para as populações, era consumir energia com origem não renováveis. Com a mineração, esses projetos tornam-se viáveis economicamente, uma parte da energia gerada é vendida à população e o restante é utilizado para minerar bitcoin. É o chamado Win Win, a população tem uma fonte de energia mais barata e renovável e a empresa de mineração tem lucros que permite financiar a construção das instalações e ter lucros.</p>
<p>Existem países com abundância de energia hídrica como os países nórdicos, Paraguai, Canadá ou o Reino do Butão. O Butão, é um caso curioso, como é um país com pouca população, mas com muita água, que permite ter uma elevada capacidade de produção energética. Mas só uma parte dessa capacidade é consumida, por isso, o governo está a utilizar esse excesso de energia para minerar bitcoin. Também existe o caso de El Salvador, que utiliza a energia termoelétrica, quase inesgotável, dos seus vulcões. Em ambos os casos 100% renováveis, com reduzidas ou nulas emissão de gases com efeito estufa.</p>
<p>Além de não ser poluente, a mineração é um incentivo para o desenvolvimento e para uma maior produção de energias renováveis.</p>
<h1>Metano</h1>
<p>Outra fonte de energia muito despercebida, é o metano. Todos nós temos aquela imagem dos poços de petróleo, com uma chaminé a queimar gás metano. Devido ao metano ser muito prejudicial para a camada do ozono, é preferível queimá-lo, do que libertá-lo em bruto.</p>
<p>Esta fonte de energia, simplesmente foi queimada durante anos, sem qualquer utilidade. Hoje em dia, a indústria do Bitcoin está aproveitando essa energia desperdiçada, utilizando o calor da queima para gerar energia elétrica e com ela, minerar Bitcoin.</p>
<p>Ou seja, com ou sem mineração, a poluição já existe, a mineração apenas aproveita o recurso, dá utilidade. Este processo não aumenta as emissões, pelo contrário, até reduz as emissões, é carbono negativo, mas isto é um assunto altamente complexo, fica para uma explicação mais tarde.</p>
<p>Estudos indicam que apenas uma parte do gás metano é queimado, devido ao seu custo e à escassa fiscalização, muitas explorações petrolíferas acabam por fraudar, libertando o metano diretamente, sem queimar.</p>
<p>Agora como a atividade é lucrativa, existe um incentivo para fazer o correto, sem fraudes. Isto vai permitir estimar, o valor mais aproximado do metano queimado, até agora esse valor era subestimado.</p>
<p>O metano não existe só na exploração petrolífera, também existe nas instalações de produção agrícola e em aterros de resíduos urbanos.</p>
<h1>Conclusão</h1>
<p>A indústria de mineração de bitcoin é extremamente exigente, o custo de energia é essencial, por isso procuram pelas energias mais baratas em todo o mundo. Hoje em dia, já não é viável economicamente para as mineradoras, a utilização de energia com origem fóssil.</p>
<p>Agora os mineradores procuram por energias ociosas/excedentes, renováveis e apostam na produção própria.</p>
<p>A ideia de que a mineração de bitcoin é muito poluente, não corresponde à verdade.</p>
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      <title><![CDATA[O Bitcoin não é bom como moeda, o dólar/euro é muito melhor?]]></title>
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      <pubDate>Sun, 29 Sep 2024 08:07:01 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, que a curto prazo, o <a href='/tag/bitcoin/'>#Bitcoin</a> é mais volátil que o dólar ou euro, mas isto é a visão de ocidental, que vive com uma moeda forte (melhor dizendo, menos fraca). Para o restante da população que vive com moedas bastante inflacionárias, têm uma visão diferente.</p>
<p>Eu gosto de chamar isto de “viés ocidental”, na prática, é o egocentrismo das pessoas que vivem economias mais fortes e com melhores moedas FIAT, como EUA, EU, UK, Canada, Austrália e mais alguns. Assim, nesta resposta, sempre que utilizo o termo “ocidental”, estou a referir-me a este pequeno grupo, a pseudo elite.</p>
<p>Nós (sociedade) ocidental temos uma visão altamente egocêntrica, privilegiada, mas só olhamos para o nosso umbigo e extrapolamos que todo o mundo vive com as mesmas condições de vida, a mesma liberdade monetária, financeira e bancária que nós.<br>Nós temos uma visão do mundo enviesada, a condições de vida dos restantes 7 biliões de cidadãos é muito diferente da nossa.<br>Este viés é bem notório quando falamos de Bitcoin, onde os ocidentais têm dificuldades em ver a utilidade do bitcoin como moeda, praticamente só olham como um investimento. Para a generalidade dos ocidentais, usar o Bitcoin ou euro/dólar para pagar as compras do dia-a-dia é indiferente, mas para quem vive na Venezuela, Líbano ou outros países africanos, onde a inflação é altíssima, faz toda a diferença.</p>
<p>No ocidente é extremamente fácil ter uma conta bancária, existem instalações bancárias por todos os lados, qualquer pequena cidade tem várias. Mas isto não é a realidade do resto do mundo, a percentagem de desbancarizados é enorme. Existem comunidades que nem documentos têm, como vão fazer o KYC? Estarão sempre impedidos de ter serviço bancários, o Bitcoin é a melhor e única solução.</p>
<p>É também excelente para remessas ou transações internacionais, especialmente para os emigrantes enviarem o dinheiro para os seus países de origem. A Western Union e similares cobram percentagens absurdas por esses serviços, chega a atingir os 30% e pode demorar alguns dias. Além disso, alguns países têm regras de controle de capitais, que usurpam parte dessas remessas.</p>
<p>Muitos agentes dos mercados financeiros tradicionais, questionam  a utilidade do Bitcoin como reserva de valor, dando exemplos das EFTs do S&amp;P500 ou ações das 7 Magníficas como uma alternativa para combater a inflação. Aqui está o cerne da questão, nós ocidental temos fácil acesso a esses recursos, basta meia dúzia de cliques num smartphone para adquirir estes produtos financeiros, mas existem biliões de pessoas em todo planeta que não tem acesso a esses produtos, como fazem? Estas pessoas também têm o direito a fazer uma poupança, de preservar o resultado do seu esforço/trabalho.</p>
<p>Além disso, o Bitcoin desempenha um papel fundamental na luta pelas liberdades civis, individuais e pelos direitos humanos para todos que vivem sob regimes autoritários. Sendo o principal meio de sobrevivência dos opositores na Nicarágua, Cuba, entre outros. Não existe liberdade sem a liberdade financeira.</p>
<p>Este viés ocidental também afeta alguns bitcoiners, que não conseguem compreender a utilidade das layers 2 ou sidechains. Neste momento, existem países onde parte da população já está praticamente “impedida” de utilizar o Layer 1 devido aos custos de transação, como Cuba e Venezuela, mas no futuro serão muito mais países.<br>Para os cidadãos destes países, que apenas conseguem preservar poucos dólares, não pode pagar 5$ por uma transação na L1, 5$ possivelmente é o salário de uma semana de trabalho, para eles a Liquid é excelente.<br>A L1 é muito superior, mas a qualidade tem um preço,  nem toda a gente tem possibilidade de pagar, essas pessoas tem apenas duas possibilidades, ou Liquid ou FIAT, entre as duas opções, sem dúvida nenhuma o Bitcoin através da Liquid é muito melhor. A possibilidade de um confisco pela Liquid é residual, mas o “confisco” do FIAT é uma realidade diária.</p>
<p>Quando os bitcoiners ocidentais, estudam o efeito Cantillon, revêem-se nos prejudicados e são críticos dos “Amigos do Rei”, mas isto é uma visão micro do mundo. Se tivermos uma visão mais macro, nós ocidentais somos os “Amigos do Rei" e os principais penalizados são os restantes 7 biliões.</p>
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      <itunes:summary><![CDATA[<p>É verdade, que a curto prazo, o <a href='/tag/bitcoin/'>#Bitcoin</a> é mais volátil que o dólar ou euro, mas isto é a visão de ocidental, que vive com uma moeda forte (melhor dizendo, menos fraca). Para o restante da população que vive com moedas bastante inflacionárias, têm uma visão diferente.</p>
<p>Eu gosto de chamar isto de “viés ocidental”, na prática, é o egocentrismo das pessoas que vivem economias mais fortes e com melhores moedas FIAT, como EUA, EU, UK, Canada, Austrália e mais alguns. Assim, nesta resposta, sempre que utilizo o termo “ocidental”, estou a referir-me a este pequeno grupo, a pseudo elite.</p>
<p>Nós (sociedade) ocidental temos uma visão altamente egocêntrica, privilegiada, mas só olhamos para o nosso umbigo e extrapolamos que todo o mundo vive com as mesmas condições de vida, a mesma liberdade monetária, financeira e bancária que nós.<br>Nós temos uma visão do mundo enviesada, a condições de vida dos restantes 7 biliões de cidadãos é muito diferente da nossa.<br>Este viés é bem notório quando falamos de Bitcoin, onde os ocidentais têm dificuldades em ver a utilidade do bitcoin como moeda, praticamente só olham como um investimento. Para a generalidade dos ocidentais, usar o Bitcoin ou euro/dólar para pagar as compras do dia-a-dia é indiferente, mas para quem vive na Venezuela, Líbano ou outros países africanos, onde a inflação é altíssima, faz toda a diferença.</p>
<p>No ocidente é extremamente fácil ter uma conta bancária, existem instalações bancárias por todos os lados, qualquer pequena cidade tem várias. Mas isto não é a realidade do resto do mundo, a percentagem de desbancarizados é enorme. Existem comunidades que nem documentos têm, como vão fazer o KYC? Estarão sempre impedidos de ter serviço bancários, o Bitcoin é a melhor e única solução.</p>
<p>É também excelente para remessas ou transações internacionais, especialmente para os emigrantes enviarem o dinheiro para os seus países de origem. A Western Union e similares cobram percentagens absurdas por esses serviços, chega a atingir os 30% e pode demorar alguns dias. Além disso, alguns países têm regras de controle de capitais, que usurpam parte dessas remessas.</p>
<p>Muitos agentes dos mercados financeiros tradicionais, questionam  a utilidade do Bitcoin como reserva de valor, dando exemplos das EFTs do S&amp;P500 ou ações das 7 Magníficas como uma alternativa para combater a inflação. Aqui está o cerne da questão, nós ocidental temos fácil acesso a esses recursos, basta meia dúzia de cliques num smartphone para adquirir estes produtos financeiros, mas existem biliões de pessoas em todo planeta que não tem acesso a esses produtos, como fazem? Estas pessoas também têm o direito a fazer uma poupança, de preservar o resultado do seu esforço/trabalho.</p>
<p>Além disso, o Bitcoin desempenha um papel fundamental na luta pelas liberdades civis, individuais e pelos direitos humanos para todos que vivem sob regimes autoritários. Sendo o principal meio de sobrevivência dos opositores na Nicarágua, Cuba, entre outros. Não existe liberdade sem a liberdade financeira.</p>
<p>Este viés ocidental também afeta alguns bitcoiners, que não conseguem compreender a utilidade das layers 2 ou sidechains. Neste momento, existem países onde parte da população já está praticamente “impedida” de utilizar o Layer 1 devido aos custos de transação, como Cuba e Venezuela, mas no futuro serão muito mais países.<br>Para os cidadãos destes países, que apenas conseguem preservar poucos dólares, não pode pagar 5$ por uma transação na L1, 5$ possivelmente é o salário de uma semana de trabalho, para eles a Liquid é excelente.<br>A L1 é muito superior, mas a qualidade tem um preço,  nem toda a gente tem possibilidade de pagar, essas pessoas tem apenas duas possibilidades, ou Liquid ou FIAT, entre as duas opções, sem dúvida nenhuma o Bitcoin através da Liquid é muito melhor. A possibilidade de um confisco pela Liquid é residual, mas o “confisco” do FIAT é uma realidade diária.</p>
<p>Quando os bitcoiners ocidentais, estudam o efeito Cantillon, revêem-se nos prejudicados e são críticos dos “Amigos do Rei”, mas isto é uma visão micro do mundo. Se tivermos uma visão mais macro, nós ocidentais somos os “Amigos do Rei" e os principais penalizados são os restantes 7 biliões.</p>
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      <title><![CDATA[O padrão Bitcoin vai resolver o problema das dívidas soberanas?]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Thu, 26 Sep 2024 14:54:48 GMT</pubDate>
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      <category>Bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Claro que não, o Bitcoin não é uma solução mas sim uma reação à inação dos governos.</p>
<p>O sistema FIAT está numa situação tão crítica, não existe uma solução boa para o problema da dívida soberana, terá que se optar pela menos má.<br>Como resolver o problema das dívidas futuras, dos fundos de pensões? As dívidas do passado tem que ser pagas, mas como?<br>As dívidas não são apenas números no excel, são pessoas que estão por detrás desses números, não podem ser apagadas,  simplesmente.</p>
<p>Uma solução seria uma mudança drástica nas políticas, com uma forte redução de custos do estado e muita austeridade, gerando uma queda do padrão de vida dos cidadãos. Só que isto seria extremamente impopular, nenhum político tem coragem de o fazer, quem tentar vai acabar por perder na próxima eleição.</p>
<p>Assim, a única maneira que resta para os políticos, é fazê-lo pela calada, através da desvalorização da moeda. A inflação permite destruir as dívidas do passado e consequentemente a poupança e a qualidade de vida dos cidadãos. É isto que temos visto nos últimos anos e vai agravar-se no futuro. Só que os atuais níveis de expansão monetária, não foram suficientes para resolver o problema, apenas permite ao governo estar à tona da água, procrastinar o problema.</p>
<p>Um bom exemplo é na UE, onde existe uma regra que permite um défice até 3% do PIB por ano, que muitas vezes nem é cumprida, isto é uma situação insustentável. A regra deveria ser o oposto, obrigar um superávit mínimo de 2% ao ano, só assim será possivel reduzir a dívida.</p>
<p>A expansão monetária e política monetária está a ser utilizada como uma arma contra os cidadãos, é um imposto totalmente cego, muito penalizador para os mais pobres e os governos têm abusado desse poder. A moeda é o sangue de uma economia, os políticos ao diluí-la estão a envenenar a economia. O Bitcoin é a única moeda que não pode ser diluída.</p>
<p>Os políticos reconhecem que existe um problema mas todas as soluções são extremamente impopulares, e como eles são os principais beneficiados do sistema FIAT, dificilmente haverá uma mudança.</p>
<h1>Bi-monetário</h1>
<p>Como nenhum político terá coragem de mudar, essa mudança tem de partir dos cidadãos, voluntariamente, ou seja, com a adoção do Bitcoin. </p>
<p>Todos os bitcoiners gostariam de assistir a uma mudança rápida do padrão FIAT para o padrão Bitcoin, mas não é possível.<br>É necessário ter noção como o mundo real é, uma mudança rápida entre os padrões seria desastrosa para toda a humanidade, esse processo terá que ser gradual, para não existir uma ruptura entre gerações e entre estratos sociais.</p>
<p>Com a criação do Bitcoin, o paradigma mudou, passou a existir um sistema bi-monetário, com a moeda FIAT e o Bitcoin em circulação simultânea. O FIAT como unidade de conta e o Bitcoin como reserva de valor e as duas como meio de troca.</p>
<p>Hoje, a alocação em Bitcoin ainda é muito baixa. Em média a nível mundial está 99.2% em FIAT e 0.8% em Bitcoin. Mas chegará o dia, atingirá os 50-50%, em alguns países possivelmente será ainda maior.</p>
<p>Será uma adoção completamente voluntária, não será pelos governos, mas sim, pelos cidadãos, de baixo para cima. No início, a adoção será lenta, mas quanto maior for a alocação em Bitcoin, mais acelerada será a adoção.</p>
<p>A dupla circulação de moeda, vai obrigar os governos a fazer uma melhor gestão, vai limitar indiretamente a impressão de dinheiro. Se os governos abusarem desse poder, as pessoas vão se proteger ainda mais no Bitcoin, diminuindo a alocação em FIAT, por sua vez a moeda fica mais fraca e o governo também. Vai obrigar um maior rigor na política monetária.</p>
<p>O Bitcoin será uma proteção contra o abuso dos governos, vai obrigar uma mudança, um maior rigor na sua gestão, possibilitando a redução da dívida a longo prazo.</p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Claro que não, o Bitcoin não é uma solução mas sim uma reação à inação dos governos.</p>
<p>O sistema FIAT está numa situação tão crítica, não existe uma solução boa para o problema da dívida soberana, terá que se optar pela menos má.<br>Como resolver o problema das dívidas futuras, dos fundos de pensões? As dívidas do passado tem que ser pagas, mas como?<br>As dívidas não são apenas números no excel, são pessoas que estão por detrás desses números, não podem ser apagadas,  simplesmente.</p>
<p>Uma solução seria uma mudança drástica nas políticas, com uma forte redução de custos do estado e muita austeridade, gerando uma queda do padrão de vida dos cidadãos. Só que isto seria extremamente impopular, nenhum político tem coragem de o fazer, quem tentar vai acabar por perder na próxima eleição.</p>
<p>Assim, a única maneira que resta para os políticos, é fazê-lo pela calada, através da desvalorização da moeda. A inflação permite destruir as dívidas do passado e consequentemente a poupança e a qualidade de vida dos cidadãos. É isto que temos visto nos últimos anos e vai agravar-se no futuro. Só que os atuais níveis de expansão monetária, não foram suficientes para resolver o problema, apenas permite ao governo estar à tona da água, procrastinar o problema.</p>
<p>Um bom exemplo é na UE, onde existe uma regra que permite um défice até 3% do PIB por ano, que muitas vezes nem é cumprida, isto é uma situação insustentável. A regra deveria ser o oposto, obrigar um superávit mínimo de 2% ao ano, só assim será possivel reduzir a dívida.</p>
<p>A expansão monetária e política monetária está a ser utilizada como uma arma contra os cidadãos, é um imposto totalmente cego, muito penalizador para os mais pobres e os governos têm abusado desse poder. A moeda é o sangue de uma economia, os políticos ao diluí-la estão a envenenar a economia. O Bitcoin é a única moeda que não pode ser diluída.</p>
<p>Os políticos reconhecem que existe um problema mas todas as soluções são extremamente impopulares, e como eles são os principais beneficiados do sistema FIAT, dificilmente haverá uma mudança.</p>
<h1>Bi-monetário</h1>
<p>Como nenhum político terá coragem de mudar, essa mudança tem de partir dos cidadãos, voluntariamente, ou seja, com a adoção do Bitcoin. </p>
<p>Todos os bitcoiners gostariam de assistir a uma mudança rápida do padrão FIAT para o padrão Bitcoin, mas não é possível.<br>É necessário ter noção como o mundo real é, uma mudança rápida entre os padrões seria desastrosa para toda a humanidade, esse processo terá que ser gradual, para não existir uma ruptura entre gerações e entre estratos sociais.</p>
<p>Com a criação do Bitcoin, o paradigma mudou, passou a existir um sistema bi-monetário, com a moeda FIAT e o Bitcoin em circulação simultânea. O FIAT como unidade de conta e o Bitcoin como reserva de valor e as duas como meio de troca.</p>
<p>Hoje, a alocação em Bitcoin ainda é muito baixa. Em média a nível mundial está 99.2% em FIAT e 0.8% em Bitcoin. Mas chegará o dia, atingirá os 50-50%, em alguns países possivelmente será ainda maior.</p>
<p>Será uma adoção completamente voluntária, não será pelos governos, mas sim, pelos cidadãos, de baixo para cima. No início, a adoção será lenta, mas quanto maior for a alocação em Bitcoin, mais acelerada será a adoção.</p>
<p>A dupla circulação de moeda, vai obrigar os governos a fazer uma melhor gestão, vai limitar indiretamente a impressão de dinheiro. Se os governos abusarem desse poder, as pessoas vão se proteger ainda mais no Bitcoin, diminuindo a alocação em FIAT, por sua vez a moeda fica mais fraca e o governo também. Vai obrigar um maior rigor na política monetária.</p>
<p>O Bitcoin será uma proteção contra o abuso dos governos, vai obrigar uma mudança, um maior rigor na sua gestão, possibilitando a redução da dívida a longo prazo.</p>
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      <title><![CDATA[Se houver outra pandemia, como vamos resolver a crise, no padrão Bitcoin?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:00:13 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O padrão Bitcoin, vai muito além de um troca monetária, é uma revolução completa em termos monetários, económicos, sociais e políticos. Uma das grandes mudanças será a nível político, os governos terão que ser mais rigorosos economicamente.<br>Atualmente os governos têm 3 principais fontes de financiamento: impostos, dívida e inflação monetária. Com o padrão Bitcoin, a inflação monetária fica de imediato descartada, restando as outras duas.</p>
<p>Um governo economicamente saudável, terá que governar apenas com os impostos. A dívida soberana deverá ser zero ou próxima de zero, deverá apenas ser utilizada em casos excepcionais, em extrema emergência, como as pandemias ou grandes crises.<br>Na gestão dos governos terá que existir uma mudança de 180°, em vez de endividamento, os governos terão que ter superávits e reservas no tesouro. </p>
<p>Os governos terão que ter uma gestão mais similar ao cidadão comum, ou seja, gastar sempre menos do que ganham (no caso do governo impostos ), é necessário ter uma reserva de emergência, com algum capital guardado, para ser utilizado numa emergência, numa crise.<br>Só que o modelo é totalmente oposto ao atual sistema, a mudança política será tremenda, os atuais políticos dificilmente vão conseguir ter esta disciplina. Esta disciplina orçamental, vai obrigatoriamente tornar os governos mais pequenos e menos interventivos economicamente e socialmente.</p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>O padrão Bitcoin, vai muito além de um troca monetária, é uma revolução completa em termos monetários, económicos, sociais e políticos. Uma das grandes mudanças será a nível político, os governos terão que ser mais rigorosos economicamente.<br>Atualmente os governos têm 3 principais fontes de financiamento: impostos, dívida e inflação monetária. Com o padrão Bitcoin, a inflação monetária fica de imediato descartada, restando as outras duas.</p>
<p>Um governo economicamente saudável, terá que governar apenas com os impostos. A dívida soberana deverá ser zero ou próxima de zero, deverá apenas ser utilizada em casos excepcionais, em extrema emergência, como as pandemias ou grandes crises.<br>Na gestão dos governos terá que existir uma mudança de 180°, em vez de endividamento, os governos terão que ter superávits e reservas no tesouro. </p>
<p>Os governos terão que ter uma gestão mais similar ao cidadão comum, ou seja, gastar sempre menos do que ganham (no caso do governo impostos ), é necessário ter uma reserva de emergência, com algum capital guardado, para ser utilizado numa emergência, numa crise.<br>Só que o modelo é totalmente oposto ao atual sistema, a mudança política será tremenda, os atuais políticos dificilmente vão conseguir ter esta disciplina. Esta disciplina orçamental, vai obrigatoriamente tornar os governos mais pequenos e menos interventivos economicamente e socialmente.</p>
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      <title><![CDATA[O Sistema FIAT permitiu aumentar substancialmente a qualidade de vida nos últimos 50 anos?]]></title>
      <description><![CDATA[]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Sun, 22 Sep 2024 09:50:04 GMT</pubDate>
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      <category>Q&A</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é verdade, permitiu aumentar a qualidade de vida das pessoas, mas as consequências são tremendas. É verdade que nós temos uma qualidade de vida melhor que a dos nossos avós, mas este aumento da qualidade de vida é insustentável. Se nada for feito, os nossos netos terão a mesma qualidade de vida dos nossos avós, vão retroceder.</p>
<p>Na minha opinião existem duas causas que explicam esse crescimento nos últimos 50 anos, o crédito e a produtividade.</p>
<h1>Crédito</h1>
<p>O principal factor é o endividamento, o sistema FIAT transformou a sociedade e os governos dependentes de dívida, altamente endividados, o viver muito acima das suas possibilidades, com uma alta preferência temporal.</p>
<p>No momento em que fazemos um crédito é bom, as nossas contas bancárias ficam com mais dinheiro, podemos comprar muitos bens, a curto prazo ficamos com mais liquidez, mais “ricos” mas é uma ilusão.</p>
<p>A longo prazo temos um problema, a dívida tem que ser paga e não existe dinheiro para pagar, a única maneira é a austeridade, será necessário baixar o custo de vida para pagar a dívida do passado.</p>
<p>Na prática, o crédito é a antecipação das receitas, é o gastar hoje as receitas do futuro. Só que as pessoas do futuro não terão receitas, serão gastas para pagar as dívidas do passado, vão viver do quê?</p>
<p>Este é o problema, os políticos responsáveis pelo crescimento, hipotecaram o futuro dos seus netos, o viver acima das possibilidades é insustentável.</p>
<p>Se nós olharmos para a qualidade de vida, no período entre os 20 e 30 anos, o período da emancipação, nas diversas gerações: Quem tinha essa idade na década de 1970/1980 foi o principal beneficiado; Os jovens adultos da década de 2000 começaram a notar os primeiros problemas. Hoje em dia, os jovens entre 20 e os 30 anos já estão com muitas dificuldades económicas, em construir uma família, adquirir uma casa, o custo de vida está insuportável. O problema é que ainda vai agravar-se, as próximas gerações, ainda será pior que as atuais.</p>
<p>As dívidas dos países não diminui, só aumenta, os governos só rolam a dívida, apenas estão a adiar o problema, um dia vai rebentar.</p>
<h1>Produtividade</h1>
<p>O desenvolvimento tecnológico foi tremendo nos últimos 50 anos, ajudou para o aumento da produtividade e consequentemente, a melhoria salarial, melhoria na qualidade de vida das pessoas. Só que as pessoas apenas “receberam” uma pequena parte desse melhoramento, porque uma parte significativa desse aumento de produtividade foi absorvida pelos governos através da inflação da moeda.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/98855c1abe82d1290e776bb33ffd24d7d69f1245205da8fd9ecf6a6ee8a171ef.jpg" alt="image"></p>
<p>Até 1971 (criação do sistema FIAT), o salário do trabalho acompanhou, o aumento da produtividade. Após 1971, acontece uma divergência entre a compensação e a produtividade.</p>
<p>Os governos ao desvalorizar a moeda afetam sobretudo os salários dos trabalhadores. Como as empresas têm uma maior “elasticidade”, permite-lhes mais rapidamente atualizar os preços dos produtos, corrigindo parcialmente a perda de valor da moeda. Enquanto a actualização do salário é muito mais lenta, prejudicando os trabalhadores.</p>
<p>O desenvolvimento tecnológico, que permitiu que o trabalhador produzisse mais, no mesmo espaço de tempo, essa mais valia, em vez de criar valor nas empresas e nos funcionários, foi essencialmente para os governos.</p>
<p>Neste momento estamos perante outro enorme salto tecnológico, que vai permitir um enorme aumento da produtividade, a AI. Se nada for feito, os governos vão absorver esses ganhos, possibilitando adiar o problema da dívida por mais uma década.</p>
<p>O sistema FIAT cria a iluminação que dá com uma mão, mas depois tira com a outra.</p>
<p>Quem tem poupanças mais elevadas consegue adquirir bens mais escassos, com uma melhor protecção contra a inflação, como o imobiliário, algumas ações e ouro.</p>
<p>Mas a classe trabalhadora, principalmente as pessoas com rendimentos mais baixos, acabam por guardar as suas poupanças em moeda. São duplamente afetados, no salário e na poupança.</p>
<p>Agora fica a pergunta, que é impossível responder: Se nos últimos 50 anos, não houvesse sistemas FIAT e se a produtividade tivesse sido repercutida nos salários dos trabalhadores, como estaríamos hoje em dia? Com melhor ou pior qualidade de dia?</p>
<p>A minha convicção é que em qualidade de vida estaríamos um pouco melhor, os governos estariam, sem dúvida nenhuma, muito melhor e as crianças não teriam o seu futuro hipotecado. As crianças de hoje, que serão os Homem de amanhã, ao responder a esta mesma pergunta, vão dizer: A qualidade de vida seria muito melhor.<br>É triste, mas é verdade, a nossa geração e especialmente a geração anterior priorizou o seu bem-estar em detrimento do bem-estar das futuras gerações, hipotecou o futuro dos seus próprios netos, com uma dívida que é impagável. Esses jovens, muitos ainda nem nasceram, terão que pagar os custos de bens ou de obras públicas, que nem existirão no seu “presente”, apenas vão pagar sem usufruir.</p>
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<p>Na minha opinião existem duas causas que explicam esse crescimento nos últimos 50 anos, o crédito e a produtividade.</p>
<h1>Crédito</h1>
<p>O principal factor é o endividamento, o sistema FIAT transformou a sociedade e os governos dependentes de dívida, altamente endividados, o viver muito acima das suas possibilidades, com uma alta preferência temporal.</p>
<p>No momento em que fazemos um crédito é bom, as nossas contas bancárias ficam com mais dinheiro, podemos comprar muitos bens, a curto prazo ficamos com mais liquidez, mais “ricos” mas é uma ilusão.</p>
<p>A longo prazo temos um problema, a dívida tem que ser paga e não existe dinheiro para pagar, a única maneira é a austeridade, será necessário baixar o custo de vida para pagar a dívida do passado.</p>
<p>Na prática, o crédito é a antecipação das receitas, é o gastar hoje as receitas do futuro. Só que as pessoas do futuro não terão receitas, serão gastas para pagar as dívidas do passado, vão viver do quê?</p>
<p>Este é o problema, os políticos responsáveis pelo crescimento, hipotecaram o futuro dos seus netos, o viver acima das possibilidades é insustentável.</p>
<p>Se nós olharmos para a qualidade de vida, no período entre os 20 e 30 anos, o período da emancipação, nas diversas gerações: Quem tinha essa idade na década de 1970/1980 foi o principal beneficiado; Os jovens adultos da década de 2000 começaram a notar os primeiros problemas. Hoje em dia, os jovens entre 20 e os 30 anos já estão com muitas dificuldades económicas, em construir uma família, adquirir uma casa, o custo de vida está insuportável. O problema é que ainda vai agravar-se, as próximas gerações, ainda será pior que as atuais.</p>
<p>As dívidas dos países não diminui, só aumenta, os governos só rolam a dívida, apenas estão a adiar o problema, um dia vai rebentar.</p>
<h1>Produtividade</h1>
<p>O desenvolvimento tecnológico foi tremendo nos últimos 50 anos, ajudou para o aumento da produtividade e consequentemente, a melhoria salarial, melhoria na qualidade de vida das pessoas. Só que as pessoas apenas “receberam” uma pequena parte desse melhoramento, porque uma parte significativa desse aumento de produtividade foi absorvida pelos governos através da inflação da moeda.</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/98855c1abe82d1290e776bb33ffd24d7d69f1245205da8fd9ecf6a6ee8a171ef.jpg" alt="image"></p>
<p>Até 1971 (criação do sistema FIAT), o salário do trabalho acompanhou, o aumento da produtividade. Após 1971, acontece uma divergência entre a compensação e a produtividade.</p>
<p>Os governos ao desvalorizar a moeda afetam sobretudo os salários dos trabalhadores. Como as empresas têm uma maior “elasticidade”, permite-lhes mais rapidamente atualizar os preços dos produtos, corrigindo parcialmente a perda de valor da moeda. Enquanto a actualização do salário é muito mais lenta, prejudicando os trabalhadores.</p>
<p>O desenvolvimento tecnológico, que permitiu que o trabalhador produzisse mais, no mesmo espaço de tempo, essa mais valia, em vez de criar valor nas empresas e nos funcionários, foi essencialmente para os governos.</p>
<p>Neste momento estamos perante outro enorme salto tecnológico, que vai permitir um enorme aumento da produtividade, a AI. Se nada for feito, os governos vão absorver esses ganhos, possibilitando adiar o problema da dívida por mais uma década.</p>
<p>O sistema FIAT cria a iluminação que dá com uma mão, mas depois tira com a outra.</p>
<p>Quem tem poupanças mais elevadas consegue adquirir bens mais escassos, com uma melhor protecção contra a inflação, como o imobiliário, algumas ações e ouro.</p>
<p>Mas a classe trabalhadora, principalmente as pessoas com rendimentos mais baixos, acabam por guardar as suas poupanças em moeda. São duplamente afetados, no salário e na poupança.</p>
<p>Agora fica a pergunta, que é impossível responder: Se nos últimos 50 anos, não houvesse sistemas FIAT e se a produtividade tivesse sido repercutida nos salários dos trabalhadores, como estaríamos hoje em dia? Com melhor ou pior qualidade de dia?</p>
<p>A minha convicção é que em qualidade de vida estaríamos um pouco melhor, os governos estariam, sem dúvida nenhuma, muito melhor e as crianças não teriam o seu futuro hipotecado. As crianças de hoje, que serão os Homem de amanhã, ao responder a esta mesma pergunta, vão dizer: A qualidade de vida seria muito melhor.<br>É triste, mas é verdade, a nossa geração e especialmente a geração anterior priorizou o seu bem-estar em detrimento do bem-estar das futuras gerações, hipotecou o futuro dos seus próprios netos, com uma dívida que é impagável. Esses jovens, muitos ainda nem nasceram, terão que pagar os custos de bens ou de obras públicas, que nem existirão no seu “presente”, apenas vão pagar sem usufruir.</p>
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