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        <title><![CDATA[reiartur]]></title>
        <description><![CDATA[Bitaites e calinadas de um disléxico e pseudo ilustrador.

study #Bitcoin]]></description>
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      <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 11:54:57 GMT</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 11:54:57 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Javier Milei</strong> <a href="https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/javier-milei-vence-eleicoes-presidenciais-na-argentina?ref=HP_OutrasNoticias3">ganhou as eleições na Argentina</a>, um anarcocapitalista.</p>
<p>A vitória do <strong>Milei</strong> é a representação do desespero de um povo, farto de décadas de socialismo, próximo do comunismo. O <strong>Milei</strong> representa o oposto de um político, fala o que pensa, sem medir as consequências das suas palavras.&nbsp;</p>
<p>Em campanha eleitoral, faltou mal do Papa e do Maradona, dois “símbolos” nacionais. Para piorar, elogiou <strong>Margaret Thatcher</strong>, que é um “inimigo” nacional, devido à <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guerra_das_Malvinas">guerra das Malvinas</a>. Tinha tudo para dar errado mas não, ganhou, incrível.</p>
<br>

<p>Apesar de eu gostar de algumas ideias dele, como a liberdade de circulação de moeda, a redução do estado e combate à corrupção. O grande problema é que ele não tem uma maioria no congresso, as suas ideias serão difíceis de serem implementadas, correndo o risco de ficar tudo bloqueado.</p>
<p>O <strong>Milei</strong> é meio louco, parece não ter um perfil dialogante, que será essencial para fazer as reformas, num governo sem maioria.</p>
<p>Ele é um grande economista, um tecnocrata, mas na política por vezes tem que existir um equilíbrio entre a teoria econômica e a realidade no terreno. Por trás dos números estão pessoas, assim as reformas têm de ser graduais, senão provocará demasiados danos colaterais. Esses danos colaterais são pessoas.</p>
<p>Em economia ele pode ser bom, mas em diplomacia internacional deve ser péssimo</p>
<p><strong>Milei</strong> vai necessitar do apoio da <strong>Patrícia Bullrich</strong>, talvez ela dê um equilíbrio ao governo, é necessário uma revolução mas esta deve ser gradual.</p>
<br>

<p>Ainda existe um outro problema, se correr mal, a decepção vai ser muito grande, na próxima eleição, possivelmente a <strong>Argentina</strong> vai “virar” mais para a esquerda, mais que o atual presidente em exercício.</p>
<p>Estou com mau <em>feeling</em>, tenho receio que isto corra mal para a <strong>Argentina</strong>, espero mesmo estar errado. Espero que esta esperança de liberdade não se transforme numa decepção.</p>
<p><strong>¡Viva la Libertad, carajo!</strong></p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
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<p>A vitória do <strong>Milei</strong> é a representação do desespero de um povo, farto de décadas de socialismo, próximo do comunismo. O <strong>Milei</strong> representa o oposto de um político, fala o que pensa, sem medir as consequências das suas palavras.&nbsp;</p>
<p>Em campanha eleitoral, faltou mal do Papa e do Maradona, dois “símbolos” nacionais. Para piorar, elogiou <strong>Margaret Thatcher</strong>, que é um “inimigo” nacional, devido à <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guerra_das_Malvinas">guerra das Malvinas</a>. Tinha tudo para dar errado mas não, ganhou, incrível.</p>
<br>

<p>Apesar de eu gostar de algumas ideias dele, como a liberdade de circulação de moeda, a redução do estado e combate à corrupção. O grande problema é que ele não tem uma maioria no congresso, as suas ideias serão difíceis de serem implementadas, correndo o risco de ficar tudo bloqueado.</p>
<p>O <strong>Milei</strong> é meio louco, parece não ter um perfil dialogante, que será essencial para fazer as reformas, num governo sem maioria.</p>
<p>Ele é um grande economista, um tecnocrata, mas na política por vezes tem que existir um equilíbrio entre a teoria econômica e a realidade no terreno. Por trás dos números estão pessoas, assim as reformas têm de ser graduais, senão provocará demasiados danos colaterais. Esses danos colaterais são pessoas.</p>
<p>Em economia ele pode ser bom, mas em diplomacia internacional deve ser péssimo</p>
<p><strong>Milei</strong> vai necessitar do apoio da <strong>Patrícia Bullrich</strong>, talvez ela dê um equilíbrio ao governo, é necessário uma revolução mas esta deve ser gradual.</p>
<br>

<p>Ainda existe um outro problema, se correr mal, a decepção vai ser muito grande, na próxima eleição, possivelmente a <strong>Argentina</strong> vai “virar” mais para a esquerda, mais que o atual presidente em exercício.</p>
<p>Estou com mau <em>feeling</em>, tenho receio que isto corra mal para a <strong>Argentina</strong>, espero mesmo estar errado. Espero que esta esperança de liberdade não se transforme numa decepção.</p>
<p><strong>¡Viva la Libertad, carajo!</strong></p>
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      <title><![CDATA[Sigilo Bancário]]></title>
      <description><![CDATA[Um texto de reflexão sobre as CBDC e o fim do sigilo bancário]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Um texto de reflexão sobre as CBDC e o fim do sigilo bancário]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Fri, 14 Apr 2023 11:51:07 GMT</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Sigilo Bancário</strong> é uma premissa essencial para garantir alguma privacidade aos cidadãos, aconselho a leitura deste <a href="https://www.doutorfinancas.pt/literacia-financeira/sigilo-bancario-quando-pode-ser-quebrado/">excelente artigo do Dr Finanças</a>, onde explica o que é e as situações onde pode ser quebrado.</p>
<p>A <strong>CBDC</strong> vai colocar tudo em causa, <strong>vai acabar com o sigilo bancário</strong> como nós conhecemos hoje em dia, estou muito curioso de saber como as Comissões de Protecção de Dados vão descalçar esta bota… como vai aceitar a vigilância em massa de toda a população.</p>
<p>Agora o <strong>sistema bancário comercial</strong> adiciona uma “camada” de privacidade, cada <strong>instituição bancária</strong> apenas guarda os dados dos seus clientes e apenas partilha informações em caso de <strong>suspeita de crime</strong>. Assim existem várias bases de dados sem conexão entre elas. Com a entrada da <strong>CBDC</strong>, vai tudo mudar, o banco central vai ter <strong>uma base de dados onde centralizada toda a informação</strong> de todos os bancos, no caso do euro digital de todos os bancos da Zona Euro.</p>
<p>Atualmente as instituições bancárias só comunicam com as autoridades tributárias e policiais em caso de suspeita, com a CBDC já não é necessário existir suspeita, estas autoridades vão <strong>monitorizar em tempo real todos os movimentos bancários de todos os europeus</strong>.</p>
<p>A presidente do BCE diz que a vai existir um limite, que os pequenos valores não serão monitorizados, mas ao mesmo tempo ela diz que os atentados em França foram <strong>financiados através de pequenas quantias</strong>, ou seja, vai ser tudo monitorizado, não tenham dúvidas disso.</p>
<p>A CBDC não tem só o problema de centralizar toda a informação nas mãos dos governos, como vai levar a violação da privacidade a outro nível, <strong>não vão apenas guardar metadados</strong>. Atualmente os bancos guardam apenas metadados, da data XPTO, a Conta X transferiu Y€ para a Conta Z. Os bancos não sabem/guardam a informação, o motivo daquela transferência, só tem acesso ao valor total do dinheiro gasto, nada mais. As CBDC além de saber o valor total gasto, também vão saber que produtos foram comprados.</p>
<p>A CBDC será uma base de dados completa em tempo real, a isto juntamos o dinheiro programável e ainda adicionamos políticas de créditos sociais, é uma mistura explosiva, uma verdadeira arma. A CBDC não é para combater o terrorismo, a <strong>CBDC é o próprio terrorista</strong>.</p>
<h2>Dinheiro programável</h2>
<p>Pela experiência que eu tenho, as pessoas têm muita dificuldade em perceber o que é <strong>dinheiro programável</strong>, mas é muito simples, é dar aos governos o <strong>poder absoluto</strong> de fazer tudo o que quiserem, sem qualquer limite, melhor dizendo, o único limite é a malvadez humana dos políticos.</p>
<p>Os ministérios das finanças será certamente o principal “utilizador” desta nova tecnologia/possibilidade, vamos a exemplo para um melhor entendimento:</p>
<p>Não sei se será a primeira, mas certamente será das primeiras medidas/funcionalidade, o <strong>pagamento directo do IVA</strong>. Quando vamos ao supermercado, fazemos uma transferência única ao supermercado, depois mais tarde o supermercado vai transferir o respectivo IVA às AT. Com o dinheiro programável, no momento do pagamento serão realizadas duas transferências, uma para o supermercado e outra para a AT, ou seja, a AT vai começar a receber o IVA de imediato.</p>
<p>O dinheiro programável vai permitir um <strong>forte upgrade nas políticas de créditos sociais</strong> que já existem, <strong>vai permitir personalizar meticulosamente a cada cidadão</strong>. Os créditos sociais não acontecem só na China, existem também na Europa e em Portugal. É claro que a China leva estas políticas a um extremo, os políticos europeus gostam de dizer que nós não somos a China… mas eu corrijo, ainda não somos a China, é uma questão de tempo para termos um sistema de Créditos sociais similar.</p>
<p>Atualmente os governos apenas conseguem colocar <strong>impostos altos ou coimas</strong> para provocar restrições/limitações, como acontece com o <strong>álcool, tabaco, açúcar</strong> e outros. A <strong>carta de condução é outro sistema de créditos</strong>, existem inúmeros na sociedade. Agora todos os sistemas de créditos estão dispersos por vários organismos do estado, a <strong>CBDC vai permitir uma integração plena, num único sítio</strong>.</p>
<p>Aos produtos mencionados anteriormente, futuramente os governos vão adicionar outros produtos à lista, com a desculpa do aquecimento global, não tenho qualquer dúvida que os primeiros serão a Gasolina/Gasóleo e a carne de vaca. </p>
<p>Os governos vão criar leis onde estipulam o limite de quantidade de cada produto, que cada cidadão pode consumir. Depois o processo será tudo <strong>automatizado e monitorizado por algoritmos</strong>. Imaginemos na carne de Vaca, a norma governamental diz que cada cidadão só pode comprar 2 quilos por mês. O cidadão compra 2kg de carne de vaca e paga com IVA6%. Noutro dia vai comprar mais 1kg, mas desta vez já pagas com 100% de IVA, ainda existe uma tolerância de 1kg. Mas ao realizares uma outra compra de carne vaca no mesmo mês, quando fores pagares, o pagamento será rejeitado e recebes uma mensagem que tu ultrapassaste o limites de compras de carne vaca, não poderá levar.</p>
<p>Além de <strong>medidas restritivas de consumo</strong>, também vai permitir a personalização de impostos consoante o seu rendimento, especialmente o IVA. Um cidadão que ganha o ordenado mínimo paga o mesmo imposto ao comprar um pacote de arroz, que um cidadão milionário. Seria justo, o cidadão com um rendimento muito alto, pagar a taxa máxima de IVA nos produtos de primeira necessidade. Em termos sociais até poderá fazer sentido, mas o problema é que estamos a dar aos governos um <strong>poder colossal</strong> e eles vão usá-lo. É uma situação semelhante à pistolas ou armas nucleares, criou-se as armas para se poder defender, mais tarde ou mais cedo, os criminosos vão ter acesso a essas mesmas armas e vão utilizá-las para atacar quem as criou, é inevitável. O ser humano é assim, temos que saber viver com isso, por isso a melhor solução é não criar as armas. </p>
<p>Os governos sabem disso, vão utilizar a “<strong>justiça social</strong>” e combate ao terrorismo como um cavalo de tróia para a implementação das CBDC e do dinheiro programável. <strong>É preciso ser muito ingénuo, acreditar que os governos vão criar as CBDC e não utilizá-las para monitorizar e limitar os direitos e liberdades civis</strong>. Não poderia faltar uma analogia, já que estamos a falar de produtos alimentares, é o mesmo que colocar um bêbedo a trabalhar numa adega e dizer para ele que não pode beber…</p>
<p>Até agora falei de ideias/funcionalidades possivelmente toleráveis no mundo ocidental, agora vamos a funcionalidade mais coercivas nos direitos. Algumas delas já foram implementadas pela China na sua CBDC.</p>
<p><strong>O dinheiro com tempo de expiração</strong>, ou seja, as pessoas recebem o dinheiro e tem x dias para gastar, senão perdem o acesso ao mesmo.</p>
<p>Pessoas que participaram em manifestações contra o governo, ficaram privados de vários serviços ou produtos, entre eles os transportes públicos. Uma arma política.</p>
<p>Pessoas que recebem apoios financeiros do estado estão <strong>proibidas de comprar certos produtos</strong>, como álcool, tabaco, limitado apenas produtos de primeira necessidade.</p>
<p><strong>Medidas de correcção de hábitos</strong>, pessoas com problemas de alcoolismo impedidos de consumir álcool. Pessoas que fumam com limites de consumo e esse limite será reduzido gradualmente.</p>
<p>Os governos para dinamizar as economias, poderão colocar <strong>juros negativos</strong>, para “obrigar” as pessoas a consumir mais, consequentemente as economias crescem.</p>
<h2>Direitos básicos</h2>
<p>O** dinheiro é um direito básico**, é impossível viver sem ele neste mundo moderno. Atualmente, se existir algum problema com o banco, podemos mudar de banco ou então podemos utilizar o papel-moeda para as compras, apesar de bastantes limitações.</p>
<p>Com as CBDC, não há alternativa, o governo terá o <strong>poder absoluto</strong>, nem o papel-moeda existirá. Sim, para quem ainda não percebeu, uma das primeiras medidas que os governos vão fazer após a implementação é <strong>acabar com o papel-moeda</strong>.</p>
<p>O fim do papel-moeda não é <strong>só</strong> um problema dos mais idosos, das pessoas infoexcluídas, vai muito mais além. <strong>O papel-moeda moeda ainda é o último resquício de privacidade e anonimato</strong> que nós ainda temos, o fim dele será o <strong>fim da liberdade, uma escravatura moderna</strong>.</p>
<hr>
<p>Bem-vindo a 1984.</p>
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      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
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<p>A <strong>CBDC</strong> vai colocar tudo em causa, <strong>vai acabar com o sigilo bancário</strong> como nós conhecemos hoje em dia, estou muito curioso de saber como as Comissões de Protecção de Dados vão descalçar esta bota… como vai aceitar a vigilância em massa de toda a população.</p>
<p>Agora o <strong>sistema bancário comercial</strong> adiciona uma “camada” de privacidade, cada <strong>instituição bancária</strong> apenas guarda os dados dos seus clientes e apenas partilha informações em caso de <strong>suspeita de crime</strong>. Assim existem várias bases de dados sem conexão entre elas. Com a entrada da <strong>CBDC</strong>, vai tudo mudar, o banco central vai ter <strong>uma base de dados onde centralizada toda a informação</strong> de todos os bancos, no caso do euro digital de todos os bancos da Zona Euro.</p>
<p>Atualmente as instituições bancárias só comunicam com as autoridades tributárias e policiais em caso de suspeita, com a CBDC já não é necessário existir suspeita, estas autoridades vão <strong>monitorizar em tempo real todos os movimentos bancários de todos os europeus</strong>.</p>
<p>A presidente do BCE diz que a vai existir um limite, que os pequenos valores não serão monitorizados, mas ao mesmo tempo ela diz que os atentados em França foram <strong>financiados através de pequenas quantias</strong>, ou seja, vai ser tudo monitorizado, não tenham dúvidas disso.</p>
<p>A CBDC não tem só o problema de centralizar toda a informação nas mãos dos governos, como vai levar a violação da privacidade a outro nível, <strong>não vão apenas guardar metadados</strong>. Atualmente os bancos guardam apenas metadados, da data XPTO, a Conta X transferiu Y€ para a Conta Z. Os bancos não sabem/guardam a informação, o motivo daquela transferência, só tem acesso ao valor total do dinheiro gasto, nada mais. As CBDC além de saber o valor total gasto, também vão saber que produtos foram comprados.</p>
<p>A CBDC será uma base de dados completa em tempo real, a isto juntamos o dinheiro programável e ainda adicionamos políticas de créditos sociais, é uma mistura explosiva, uma verdadeira arma. A CBDC não é para combater o terrorismo, a <strong>CBDC é o próprio terrorista</strong>.</p>
<h2>Dinheiro programável</h2>
<p>Pela experiência que eu tenho, as pessoas têm muita dificuldade em perceber o que é <strong>dinheiro programável</strong>, mas é muito simples, é dar aos governos o <strong>poder absoluto</strong> de fazer tudo o que quiserem, sem qualquer limite, melhor dizendo, o único limite é a malvadez humana dos políticos.</p>
<p>Os ministérios das finanças será certamente o principal “utilizador” desta nova tecnologia/possibilidade, vamos a exemplo para um melhor entendimento:</p>
<p>Não sei se será a primeira, mas certamente será das primeiras medidas/funcionalidade, o <strong>pagamento directo do IVA</strong>. Quando vamos ao supermercado, fazemos uma transferência única ao supermercado, depois mais tarde o supermercado vai transferir o respectivo IVA às AT. Com o dinheiro programável, no momento do pagamento serão realizadas duas transferências, uma para o supermercado e outra para a AT, ou seja, a AT vai começar a receber o IVA de imediato.</p>
<p>O dinheiro programável vai permitir um <strong>forte upgrade nas políticas de créditos sociais</strong> que já existem, <strong>vai permitir personalizar meticulosamente a cada cidadão</strong>. Os créditos sociais não acontecem só na China, existem também na Europa e em Portugal. É claro que a China leva estas políticas a um extremo, os políticos europeus gostam de dizer que nós não somos a China… mas eu corrijo, ainda não somos a China, é uma questão de tempo para termos um sistema de Créditos sociais similar.</p>
<p>Atualmente os governos apenas conseguem colocar <strong>impostos altos ou coimas</strong> para provocar restrições/limitações, como acontece com o <strong>álcool, tabaco, açúcar</strong> e outros. A <strong>carta de condução é outro sistema de créditos</strong>, existem inúmeros na sociedade. Agora todos os sistemas de créditos estão dispersos por vários organismos do estado, a <strong>CBDC vai permitir uma integração plena, num único sítio</strong>.</p>
<p>Aos produtos mencionados anteriormente, futuramente os governos vão adicionar outros produtos à lista, com a desculpa do aquecimento global, não tenho qualquer dúvida que os primeiros serão a Gasolina/Gasóleo e a carne de vaca. </p>
<p>Os governos vão criar leis onde estipulam o limite de quantidade de cada produto, que cada cidadão pode consumir. Depois o processo será tudo <strong>automatizado e monitorizado por algoritmos</strong>. Imaginemos na carne de Vaca, a norma governamental diz que cada cidadão só pode comprar 2 quilos por mês. O cidadão compra 2kg de carne de vaca e paga com IVA6%. Noutro dia vai comprar mais 1kg, mas desta vez já pagas com 100% de IVA, ainda existe uma tolerância de 1kg. Mas ao realizares uma outra compra de carne vaca no mesmo mês, quando fores pagares, o pagamento será rejeitado e recebes uma mensagem que tu ultrapassaste o limites de compras de carne vaca, não poderá levar.</p>
<p>Além de <strong>medidas restritivas de consumo</strong>, também vai permitir a personalização de impostos consoante o seu rendimento, especialmente o IVA. Um cidadão que ganha o ordenado mínimo paga o mesmo imposto ao comprar um pacote de arroz, que um cidadão milionário. Seria justo, o cidadão com um rendimento muito alto, pagar a taxa máxima de IVA nos produtos de primeira necessidade. Em termos sociais até poderá fazer sentido, mas o problema é que estamos a dar aos governos um <strong>poder colossal</strong> e eles vão usá-lo. É uma situação semelhante à pistolas ou armas nucleares, criou-se as armas para se poder defender, mais tarde ou mais cedo, os criminosos vão ter acesso a essas mesmas armas e vão utilizá-las para atacar quem as criou, é inevitável. O ser humano é assim, temos que saber viver com isso, por isso a melhor solução é não criar as armas. </p>
<p>Os governos sabem disso, vão utilizar a “<strong>justiça social</strong>” e combate ao terrorismo como um cavalo de tróia para a implementação das CBDC e do dinheiro programável. <strong>É preciso ser muito ingénuo, acreditar que os governos vão criar as CBDC e não utilizá-las para monitorizar e limitar os direitos e liberdades civis</strong>. Não poderia faltar uma analogia, já que estamos a falar de produtos alimentares, é o mesmo que colocar um bêbedo a trabalhar numa adega e dizer para ele que não pode beber…</p>
<p>Até agora falei de ideias/funcionalidades possivelmente toleráveis no mundo ocidental, agora vamos a funcionalidade mais coercivas nos direitos. Algumas delas já foram implementadas pela China na sua CBDC.</p>
<p><strong>O dinheiro com tempo de expiração</strong>, ou seja, as pessoas recebem o dinheiro e tem x dias para gastar, senão perdem o acesso ao mesmo.</p>
<p>Pessoas que participaram em manifestações contra o governo, ficaram privados de vários serviços ou produtos, entre eles os transportes públicos. Uma arma política.</p>
<p>Pessoas que recebem apoios financeiros do estado estão <strong>proibidas de comprar certos produtos</strong>, como álcool, tabaco, limitado apenas produtos de primeira necessidade.</p>
<p><strong>Medidas de correcção de hábitos</strong>, pessoas com problemas de alcoolismo impedidos de consumir álcool. Pessoas que fumam com limites de consumo e esse limite será reduzido gradualmente.</p>
<p>Os governos para dinamizar as economias, poderão colocar <strong>juros negativos</strong>, para “obrigar” as pessoas a consumir mais, consequentemente as economias crescem.</p>
<h2>Direitos básicos</h2>
<p>O** dinheiro é um direito básico**, é impossível viver sem ele neste mundo moderno. Atualmente, se existir algum problema com o banco, podemos mudar de banco ou então podemos utilizar o papel-moeda para as compras, apesar de bastantes limitações.</p>
<p>Com as CBDC, não há alternativa, o governo terá o <strong>poder absoluto</strong>, nem o papel-moeda existirá. Sim, para quem ainda não percebeu, uma das primeiras medidas que os governos vão fazer após a implementação é <strong>acabar com o papel-moeda</strong>.</p>
<p>O fim do papel-moeda não é <strong>só</strong> um problema dos mais idosos, das pessoas infoexcluídas, vai muito mais além. <strong>O papel-moeda moeda ainda é o último resquício de privacidade e anonimato</strong> que nós ainda temos, o fim dele será o <strong>fim da liberdade, uma escravatura moderna</strong>.</p>
<hr>
<p>Bem-vindo a 1984.</p>
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      <title><![CDATA[Captura do Bitcoin]]></title>
      <description><![CDATA[Uma reflexão sobre a captura regulatória e a necessidade de uma maior resistência.]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Uma reflexão sobre a captura regulatória e a necessidade de uma maior resistência.]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Thu, 26 Mar 55711 03:10:33 GMT</pubDate>
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      <category>Bitcoin</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Os governos estão a aproveitar o vazio legal dos criptoativos e com a desculpa que é para proteger o consumidor, estão a criar leis que restringem a sua posse e o seu uso.<br>Este <strong>controle regulatório</strong> tem como único objetivo, o limitar a <strong>liberdade individual</strong> e a liberdade financeira das populações.&nbsp;</p>
<p>A criação da CBDC e o respetivo <strong>fim do papel-moeda</strong>, tem como objetivo o controle e manipulação das populações. Uma pessoa sem liberdade financeira, não conseguirá ter total liberdade de pensamento.</p>
<p>E o bitcoin é uma afronta a essa obsessão pelo controle que os estados querem impor, ou seja, é a única <strong>esperança de liberdade</strong>.</p>
<p>É através da criação de regulamentação, os estados pretendem limitar a utilização do bitcoin. O bitcoin permite que as pessoas sejam soberanas, indo contra os intuitos dos estados.</p>
<p>As regulamentações pretendem tornar o bitcoin num <strong>ativo financeiro</strong>, não querem que o <strong>bitcoin</strong> seja uma moeda, limitar a utilização e limitar sobretudo a soberania individual. Os estados não querem perder poder, não querem ter concorrência na moeda.</p>
<p>Assim, para combater a soberania, os estados pretendem que as pessoas utilizem apenas carteira custodiais de empresas que estejam sob sua alçada juridicamente.&nbsp;</p>
<p>Na Europa, o primeiro esboço do MiCA tinha esse objetivo, só era permitido utilizar carteiras custodiais legais (necessitam obter licença para realizar transações). Esta versão do MiCA, acabou por não avançar, mas é certo que os <strong>estados vão voltar a tentar</strong>.</p>
<p>Ao querer obrigar, apenas a utilização carteiras custodiais, os estados pretendem criar uma espécie de <strong>rede privada</strong>, onde tudo será controlado e monitorado. Nessa rede será controlada pelas grandes instituições financeiras, como um <strong>cartel</strong> sob as regras dos governos. As pessoas são apenas clientes dessas instituições financeiras, não terão btc diretamente, apenas um <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/IOU">IOU</a>, porque os btcs estão na <strong>rede pública</strong> (blockchain).</p>
<h1>Rede pública vs Rede privada</h1>
<p>Quando falo nas duas redes, não estou a falar de <em>hardfork</em>, a <em>blockchain</em> uma única, a <strong>rede privada</strong>, será uma espécie de Swift, onde as instituições comunicam, fazem as transações entre si. As pessoas comuns farão as transações de btc, nunca terão acesso direto à layer 1,&nbsp; serão apenas IOU, sintéticos.</p>
<p>Toda a entrada de novos btc na <strong>rede privada</strong> será escrutinada, a comprovação da origem de fundos, o KYC e AML. A <strong>rede privada</strong> será igual ao atual sistema <em>legacy</em>, não existe imutabilidade de transações, possibilidade de confisco, ausência de privacidade, tudo controlado por por um cartel gerido por meia duzia de pessoas.</p>
<p>Como a regulamentação no início é mais suave, as pessoas facilitam, menosprezada a segurança e a soberania, começam a utilizar <strong>serviços custodiais</strong>, será como a fábula do sapo dentro do tacho. Quando uma parte significativa dos btc estiverem em carteiras custodiais, ETF e outros serviços sob jurisdição dos estados, os estados vão <strong>endurecer as regulamentações</strong> e vão tentar <strong>sequestrar o bitcoin</strong>.</p>
<p>Ao endurecer as suas políticas anti-liberdade, vão impossibilitar os utilizadores comuns da <strong>rede privada</strong> de fazer transações com a <strong>rede pública</strong>, os btc nunca mais saem da <strong>rede privada</strong>, uma espécie de captura/sequestro. Só será possível fazer transações entre clientes de rede privada. Só as instituições financeiras credenciadas e com a devida autorização poderão fazer transações na layer 1.</p>
<p>Os estados poderão monitorizar a utilização do btc, evitando que as pessoas usem como moeda.</p>
<p>A <strong>rede pública</strong> será transformada numa espécie de mercado negro, é privisivel que o preço dos btcs seja superior que na <strong>rede privada</strong>, como acontece em muitos outros produtos proibidos.</p>
<p>Imaginemos o ridículo que seria termos o euro, a moeda comum em 20 países e só os cidadãos do mesmo país pudessem trocar. Um português não poderia trocar com espanhol, só poderia trocar com outro português.&nbsp;</p>
<p>Numa fase ainda mais avançada na repressão das liberdades os países poderão avançar para o <strong>confisco generalizado</strong> do btc ou criar reserva fracionária. Como os btc estão sob custódia de instituições financeiras, as pessoas não podem fazer nada para o evitar, por isso é tão importante a soberania.</p>
<h1>Coordenação Global</h1>
<p>A ideia de rede <strong>privada</strong>, só será eficaz se a maioria dos países concordarem e/ou possuírem <strong>parte significativa do</strong> <strong><em>supply</em></strong> de btc. Se for apenas um ou dois países a pretender, haveria muitos pontos de fuga, afetaria possivelmente um pouco a população desse respectivo país, mas <strong>blockchain</strong> o impacto seria mínimo.</p>
<p>Assim, para ser mais eficaz, terá que existir uma coordenação global, um consenso mundial, eles sabem disso:</p>
<blockquote>
<p>“Tem que haver regulamentação. Isso tem que ser aplicado e acordado … em nível global, porque se houver uma fuga, essa fuga será usada.”&nbsp;<a href="https://guiadobitcoin.com.br/noticias/presidente-do-bce-christine-lagarde-pede-regulamentacao-global-do-bitcoin/">Christine Lagarde</a>  </p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Fórum Econômico Mundial recomenda regulação global das criptomoedas” in <a href="https://livecoins.com.br/forum-economico-mundial-regulacao-coordenada-criptomoedas/"><em>livecoins</em></a></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Países do G7 vão colaborar para criar regulação comum de criptomoedas” in <a href="https://exame.com/future-of-money/paises-g7-criar-regulamentacao-criptomoedas/"><em>exame.com</em></a></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“BCE pede regulamentação mundial das criptomoedas” in <a href="https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2022/04/25/interna_internacional,1362175/bce-pede-regulamentacao-mundial-das-criptomoedas.shtml"><em>em.com.br</em></a></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“G20 traça roteiro para regulamentação global de criptomoedas” in <a href="https://www.criptofacil.com/g20-traca-roteiro-para-regulamentacao-global-de-criptomoedas/"><em>criptofacil</em></a></p>
</blockquote>
<p>Maior consenso que este, era impossível.</p>
<br>

<p><strong>Será possível existir uma coordenação Global efetiva?</strong></p>
<p>Possível é, mas atualmente as circunstâncias alteraram-se, estamos a passar por um período complicado, onde será mais complexo existir um consenso diplomático.&nbsp;</p>
<p>A guerra da Ucrânia mudou o paradigma global, o bloqueio das reservas de dólares da Rússia por parte dos EUA, foi o ponto de viragem nas relações internacionais. Outros países olham para esta situação e pensam, se hoje foi a Rússia a ser impedida de utilizar as suas reservas, amanhã poderei ser nós! Existe uma profunda desconfiança entre os países.</p>
<p>A guerra também acentuou a polarização do mundo, está a transformar-se em dois blocos, o lado ocidental e um oriental. Uma nova guerra fria.</p>
<p>Parte dos países do bloco oriental pertence aos BRICS, que está a transformar-se num grupo de países anti-dólar, que pretendem desdolarizar a economia mundial.</p>
<p>Assim, com o mundo dividido, a captura generalizada é menos provável, mas poderá acontecer, porque nenhum país quer concorrência às suas moedas FIAT.&nbsp;</p>
<p><em>“O inimigo do meu inimigo, meu amigo é.”</em></p>
<br>

<p>Apesar de ser pouco provável uma coordenação global, mas se um grupo de países conseguir ter sob sua jurisdição parte significativa dos btc, ou o próprio cartel poderá criar um risco sistémico no bitcoin, pode provocar uma captura. Por isso os EFTs tem um lado mau, centralizam a posse dos btc em poucas mãos e essas estão sujeitas aos governos.&nbsp;</p>
<p>Para segurança da rede e de todos, temos que descentralizar a posse de btc, evitar a centralização em poucas e grandes instituições financeiras.</p>
<p>Possivelmente, neste momento alguns países já estarão a fazer reservas em bitcoin, para prevenir o futuro. Eu acredito que no futuro o bitcoin vai roubar uma cota de mercado ao dólar no comércio internacional. Os ocidentais necessitam das <em>commodities</em> do BRICS, mas estes não vão querer dólares, o bitcoin é perfeito para isto, como uma moeda neutra.</p>
<p>A necessidade dos governos, de ter bitcoin para o comércio internacional tem lado negro, especialmente para quem não faz auto-custódia, numa fase de uma grande crise de divisas, os políticos não vão hesitar e vão confiscar os bitcoins, pelo “interesse nacional”.</p>
<h1>Resistência</h1>
<p>Se a maioria das pessoas utilizam o bitcoin apenas como <strong>reserva de valor</strong> e serviços de custódia, ETFs e não fazem transações, para estes as restrições não os afetam. Assim será mais fácil, os estados implementarem uma <strong>rede privada</strong>.&nbsp;</p>
<p>Para evitar e dificultar a captura, as pessoas têm que utilizar o btc no seu dia-a-dia, através da Lightning Network, blockchains, Nostr e outros serviços fora do legacy, que necessitam de usar a <strong>rede pública.</strong></p>
<p>Se as pessoas utilizam serviços públicos e os estados pretenderem criar lei que limita a liberdade, vai criar alvoroço social, vão protestar, haverá muita pressão, vai criar muitos anticorpos entre os políticos. Por isso, quando maior for a utilização em blockchains, layers 2 e em sistema de pagamentos, torna a captura mais difícil.</p>
<p>O soberania é essencial, quantos mais bitcoin em auto-custódia, menor a chance de um ataque de um estado.</p>
<p><br><br></p>
<p><strong>Not your Keys, Not your Money!</strong></p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Os governos estão a aproveitar o vazio legal dos criptoativos e com a desculpa que é para proteger o consumidor, estão a criar leis que restringem a sua posse e o seu uso.<br>Este <strong>controle regulatório</strong> tem como único objetivo, o limitar a <strong>liberdade individual</strong> e a liberdade financeira das populações.&nbsp;</p>
<p>A criação da CBDC e o respetivo <strong>fim do papel-moeda</strong>, tem como objetivo o controle e manipulação das populações. Uma pessoa sem liberdade financeira, não conseguirá ter total liberdade de pensamento.</p>
<p>E o bitcoin é uma afronta a essa obsessão pelo controle que os estados querem impor, ou seja, é a única <strong>esperança de liberdade</strong>.</p>
<p>É através da criação de regulamentação, os estados pretendem limitar a utilização do bitcoin. O bitcoin permite que as pessoas sejam soberanas, indo contra os intuitos dos estados.</p>
<p>As regulamentações pretendem tornar o bitcoin num <strong>ativo financeiro</strong>, não querem que o <strong>bitcoin</strong> seja uma moeda, limitar a utilização e limitar sobretudo a soberania individual. Os estados não querem perder poder, não querem ter concorrência na moeda.</p>
<p>Assim, para combater a soberania, os estados pretendem que as pessoas utilizem apenas carteira custodiais de empresas que estejam sob sua alçada juridicamente.&nbsp;</p>
<p>Na Europa, o primeiro esboço do MiCA tinha esse objetivo, só era permitido utilizar carteiras custodiais legais (necessitam obter licença para realizar transações). Esta versão do MiCA, acabou por não avançar, mas é certo que os <strong>estados vão voltar a tentar</strong>.</p>
<p>Ao querer obrigar, apenas a utilização carteiras custodiais, os estados pretendem criar uma espécie de <strong>rede privada</strong>, onde tudo será controlado e monitorado. Nessa rede será controlada pelas grandes instituições financeiras, como um <strong>cartel</strong> sob as regras dos governos. As pessoas são apenas clientes dessas instituições financeiras, não terão btc diretamente, apenas um <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/IOU">IOU</a>, porque os btcs estão na <strong>rede pública</strong> (blockchain).</p>
<h1>Rede pública vs Rede privada</h1>
<p>Quando falo nas duas redes, não estou a falar de <em>hardfork</em>, a <em>blockchain</em> uma única, a <strong>rede privada</strong>, será uma espécie de Swift, onde as instituições comunicam, fazem as transações entre si. As pessoas comuns farão as transações de btc, nunca terão acesso direto à layer 1,&nbsp; serão apenas IOU, sintéticos.</p>
<p>Toda a entrada de novos btc na <strong>rede privada</strong> será escrutinada, a comprovação da origem de fundos, o KYC e AML. A <strong>rede privada</strong> será igual ao atual sistema <em>legacy</em>, não existe imutabilidade de transações, possibilidade de confisco, ausência de privacidade, tudo controlado por por um cartel gerido por meia duzia de pessoas.</p>
<p>Como a regulamentação no início é mais suave, as pessoas facilitam, menosprezada a segurança e a soberania, começam a utilizar <strong>serviços custodiais</strong>, será como a fábula do sapo dentro do tacho. Quando uma parte significativa dos btc estiverem em carteiras custodiais, ETF e outros serviços sob jurisdição dos estados, os estados vão <strong>endurecer as regulamentações</strong> e vão tentar <strong>sequestrar o bitcoin</strong>.</p>
<p>Ao endurecer as suas políticas anti-liberdade, vão impossibilitar os utilizadores comuns da <strong>rede privada</strong> de fazer transações com a <strong>rede pública</strong>, os btc nunca mais saem da <strong>rede privada</strong>, uma espécie de captura/sequestro. Só será possível fazer transações entre clientes de rede privada. Só as instituições financeiras credenciadas e com a devida autorização poderão fazer transações na layer 1.</p>
<p>Os estados poderão monitorizar a utilização do btc, evitando que as pessoas usem como moeda.</p>
<p>A <strong>rede pública</strong> será transformada numa espécie de mercado negro, é privisivel que o preço dos btcs seja superior que na <strong>rede privada</strong>, como acontece em muitos outros produtos proibidos.</p>
<p>Imaginemos o ridículo que seria termos o euro, a moeda comum em 20 países e só os cidadãos do mesmo país pudessem trocar. Um português não poderia trocar com espanhol, só poderia trocar com outro português.&nbsp;</p>
<p>Numa fase ainda mais avançada na repressão das liberdades os países poderão avançar para o <strong>confisco generalizado</strong> do btc ou criar reserva fracionária. Como os btc estão sob custódia de instituições financeiras, as pessoas não podem fazer nada para o evitar, por isso é tão importante a soberania.</p>
<h1>Coordenação Global</h1>
<p>A ideia de rede <strong>privada</strong>, só será eficaz se a maioria dos países concordarem e/ou possuírem <strong>parte significativa do</strong> <strong><em>supply</em></strong> de btc. Se for apenas um ou dois países a pretender, haveria muitos pontos de fuga, afetaria possivelmente um pouco a população desse respectivo país, mas <strong>blockchain</strong> o impacto seria mínimo.</p>
<p>Assim, para ser mais eficaz, terá que existir uma coordenação global, um consenso mundial, eles sabem disso:</p>
<blockquote>
<p>“Tem que haver regulamentação. Isso tem que ser aplicado e acordado … em nível global, porque se houver uma fuga, essa fuga será usada.”&nbsp;<a href="https://guiadobitcoin.com.br/noticias/presidente-do-bce-christine-lagarde-pede-regulamentacao-global-do-bitcoin/">Christine Lagarde</a>  </p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Fórum Econômico Mundial recomenda regulação global das criptomoedas” in <a href="https://livecoins.com.br/forum-economico-mundial-regulacao-coordenada-criptomoedas/"><em>livecoins</em></a></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Países do G7 vão colaborar para criar regulação comum de criptomoedas” in <a href="https://exame.com/future-of-money/paises-g7-criar-regulamentacao-criptomoedas/"><em>exame.com</em></a></p>
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<blockquote>
<p>“BCE pede regulamentação mundial das criptomoedas” in <a href="https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2022/04/25/interna_internacional,1362175/bce-pede-regulamentacao-mundial-das-criptomoedas.shtml"><em>em.com.br</em></a></p>
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<blockquote>
<p>“G20 traça roteiro para regulamentação global de criptomoedas” in <a href="https://www.criptofacil.com/g20-traca-roteiro-para-regulamentacao-global-de-criptomoedas/"><em>criptofacil</em></a></p>
</blockquote>
<p>Maior consenso que este, era impossível.</p>
<br>

<p><strong>Será possível existir uma coordenação Global efetiva?</strong></p>
<p>Possível é, mas atualmente as circunstâncias alteraram-se, estamos a passar por um período complicado, onde será mais complexo existir um consenso diplomático.&nbsp;</p>
<p>A guerra da Ucrânia mudou o paradigma global, o bloqueio das reservas de dólares da Rússia por parte dos EUA, foi o ponto de viragem nas relações internacionais. Outros países olham para esta situação e pensam, se hoje foi a Rússia a ser impedida de utilizar as suas reservas, amanhã poderei ser nós! Existe uma profunda desconfiança entre os países.</p>
<p>A guerra também acentuou a polarização do mundo, está a transformar-se em dois blocos, o lado ocidental e um oriental. Uma nova guerra fria.</p>
<p>Parte dos países do bloco oriental pertence aos BRICS, que está a transformar-se num grupo de países anti-dólar, que pretendem desdolarizar a economia mundial.</p>
<p>Assim, com o mundo dividido, a captura generalizada é menos provável, mas poderá acontecer, porque nenhum país quer concorrência às suas moedas FIAT.&nbsp;</p>
<p><em>“O inimigo do meu inimigo, meu amigo é.”</em></p>
<br>

<p>Apesar de ser pouco provável uma coordenação global, mas se um grupo de países conseguir ter sob sua jurisdição parte significativa dos btc, ou o próprio cartel poderá criar um risco sistémico no bitcoin, pode provocar uma captura. Por isso os EFTs tem um lado mau, centralizam a posse dos btc em poucas mãos e essas estão sujeitas aos governos.&nbsp;</p>
<p>Para segurança da rede e de todos, temos que descentralizar a posse de btc, evitar a centralização em poucas e grandes instituições financeiras.</p>
<p>Possivelmente, neste momento alguns países já estarão a fazer reservas em bitcoin, para prevenir o futuro. Eu acredito que no futuro o bitcoin vai roubar uma cota de mercado ao dólar no comércio internacional. Os ocidentais necessitam das <em>commodities</em> do BRICS, mas estes não vão querer dólares, o bitcoin é perfeito para isto, como uma moeda neutra.</p>
<p>A necessidade dos governos, de ter bitcoin para o comércio internacional tem lado negro, especialmente para quem não faz auto-custódia, numa fase de uma grande crise de divisas, os políticos não vão hesitar e vão confiscar os bitcoins, pelo “interesse nacional”.</p>
<h1>Resistência</h1>
<p>Se a maioria das pessoas utilizam o bitcoin apenas como <strong>reserva de valor</strong> e serviços de custódia, ETFs e não fazem transações, para estes as restrições não os afetam. Assim será mais fácil, os estados implementarem uma <strong>rede privada</strong>.&nbsp;</p>
<p>Para evitar e dificultar a captura, as pessoas têm que utilizar o btc no seu dia-a-dia, através da Lightning Network, blockchains, Nostr e outros serviços fora do legacy, que necessitam de usar a <strong>rede pública.</strong></p>
<p>Se as pessoas utilizam serviços públicos e os estados pretenderem criar lei que limita a liberdade, vai criar alvoroço social, vão protestar, haverá muita pressão, vai criar muitos anticorpos entre os políticos. Por isso, quando maior for a utilização em blockchains, layers 2 e em sistema de pagamentos, torna a captura mais difícil.</p>
<p>O soberania é essencial, quantos mais bitcoin em auto-custódia, menor a chance de um ataque de um estado.</p>
<p><br><br></p>
<p><strong>Not your Keys, Not your Money!</strong></p>
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      <title><![CDATA[Cuba e Liberdade]]></title>
      <description><![CDATA[Um reflexão sobre o vídeo sobre a adoção de Bitcoin em Cuba.]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[Um reflexão sobre o vídeo sobre a adoção de Bitcoin em Cuba.]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Fri, 09 Oct 55699 13:27:37 GMT</pubDate>
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      <category>liberdade</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><np-embed url="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo">https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo</a></np-embed></p>
<p>Todos deviam assistir ao <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo">video do Joe para a Cointelegraph</a> em Cuba, mas é um choque de realidade, especialmente para nós maximalistas e ocidentais.</p>
<p>Se continuarmos a acreditar que o atual Bitcoin está perfeito, não tem problemas, não necessita de alterações, estamos a ir pelo caminho errado. <strong>Negar a existência de um problema não resolve nada</strong>.&nbsp;</p>
<p>Apesar de tudo, <strong><em>Ordinals</em></strong> deixaram-nos uma lição importante, um alerta, o <a href="https://yakihonne.com/article/naddr1qq2kkuzsxfjk2epcguurxmjt2e64qurzxgc5jq3qa9a2l7jqqxa9mwrw034lcnuhcsncg905sl03ava49md55t4awewsxpqqqp65wk7z6kn">problema das escalabilidade</a> ainda não foi resolvido, apenas não é visível. Hoje foi com os <em>Ordinals</em>, amanhã será em transações “normais”.</p>
<p>Este alerta já deu os primeiros frutos, o BIP 300 submergiu e certamente vão surgir outras ideias, que vão resolver o problema.</p>
<p>Se nós queremos ter uma tecnologia boa, segura e resiliente para daqui a 5 anos, temos que começar a construir <strong>agora</strong>.</p>
<p><br><br><br>O vídeo fala do outro lado do problema da escalabilidade e das taxas altas na layer 1. Para nós da Europa ou dos EUA, não temos qualquer problema, podemos esperar uma ou duas semanas para efetuar uma transação. Ou então, se o valor da transação for mais elevado, podemos pagar uma fee de 12$.&nbsp;</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/d6c931b1bec166b69174429336e3e936fd3b8e596e59af30e9512f8a52948552.jpg" alt=""></p>
<p>Mas para um cubano, 12$ é um salário de um mês, é duro ouvir isso, a sua realidade é completamente diferente da nossa. É claro que eles usam sobretudo a LN, mas esporadicamente necessitam de utilizar a layer 1.</p>
<p>Este vídeo é a demonstração do <strong>verdadeiro valor do bitcoin</strong>, ser uma moeda.</p>
<p>Se nada for feito, 12$ será dentro de meia dúzia de anos o mínimo de fee para efetuar um transação na layer 1!</p>
<h1>Internet</h1>
<p>A internet é outro problema apontado no vídeo, mas com uma perspectiva diferente.</p>
<p>Quando nós pensamos no problema da internet, pensamos sobretudo em África, ainda são poucas as pessoas que tem smartphones, a internet apenas disponível nas grandes cidades e tem um custo elevado.</p>
<p>O <strong>Machankura</strong> é uma excelente solução para África, porque existe liberdade de telecomunicações, as pessoas é que têm dificuldade de acesso à internet.</p>
<p>No caso de Cuba é diferente, não existe liberdade de telecomunicações por parte regime comunista. Logo um <strong>Machankura</strong> não será possível, mesmo a internet por satélite, deve ser quase impossível de entrar no país.&nbsp;</p>
<p>Nem mesmo a China tem tantas limitações tecnológicas, isto é algo específico a muito poucos países, como Cuba e Coreia do Norte, nem sei, se acontece em mais algum.</p>
<p>Apesar de todas as dificuldades, Cuba tem dois fatores que possibilita o crescimento da adoção, o povo é culto e o turismo.</p>
<p>O turismo é fundamental, além de ser a principal receita do país. Neste século não existe turismo sem internet, sem partilhas nas redes sociais, possivelmente só em casos extremos é que o estado vai cortar a internet.</p>
<p>Será um caso interessante, quando houver uma grande adoção do bitcoin a nível mundial e a maioria dos turistas pagar com btc, o que o regime vai fazer.</p>
<p>Os locais claramente vão beneficiar, ao receber em btc dos turistas, o problema é o resto. Porque se o bitcoin fosse adotado amplamente pela população, o regime teria dificuldades, por isso a opressão.</p>
<h1>Sanções</h1>
<p>Este vídeo relata outro problema, as sanções económicas dos EUA. Não faz qualquer sentido manter-se, após tantos anos.</p>
<p>As sanções não penalizam os políticos, estes fazem uma vida normal, a única vítima é o povo.</p>
<p>O povo, além de viver sob um regime político que limita a sua liberdade, ainda sofre de uma política cega de um país dito livre. O povo não tem culpa das atitudes e atos dos seus políticos.</p>
]]></content:encoded>
      <itunes:author><![CDATA[reiartur]]></itunes:author>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><np-embed url="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo">https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo</a></np-embed></p>
<p>Todos deviam assistir ao <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UPp0Xbk4bFo">video do Joe para a Cointelegraph</a> em Cuba, mas é um choque de realidade, especialmente para nós maximalistas e ocidentais.</p>
<p>Se continuarmos a acreditar que o atual Bitcoin está perfeito, não tem problemas, não necessita de alterações, estamos a ir pelo caminho errado. <strong>Negar a existência de um problema não resolve nada</strong>.&nbsp;</p>
<p>Apesar de tudo, <strong><em>Ordinals</em></strong> deixaram-nos uma lição importante, um alerta, o <a href="https://yakihonne.com/article/naddr1qq2kkuzsxfjk2epcguurxmjt2e64qurzxgc5jq3qa9a2l7jqqxa9mwrw034lcnuhcsncg905sl03ava49md55t4awewsxpqqqp65wk7z6kn">problema das escalabilidade</a> ainda não foi resolvido, apenas não é visível. Hoje foi com os <em>Ordinals</em>, amanhã será em transações “normais”.</p>
<p>Este alerta já deu os primeiros frutos, o BIP 300 submergiu e certamente vão surgir outras ideias, que vão resolver o problema.</p>
<p>Se nós queremos ter uma tecnologia boa, segura e resiliente para daqui a 5 anos, temos que começar a construir <strong>agora</strong>.</p>
<p><br><br><br>O vídeo fala do outro lado do problema da escalabilidade e das taxas altas na layer 1. Para nós da Europa ou dos EUA, não temos qualquer problema, podemos esperar uma ou duas semanas para efetuar uma transação. Ou então, se o valor da transação for mais elevado, podemos pagar uma fee de 12$.&nbsp;</p>
<p><img src="https://image.nostr.build/d6c931b1bec166b69174429336e3e936fd3b8e596e59af30e9512f8a52948552.jpg" alt=""></p>
<p>Mas para um cubano, 12$ é um salário de um mês, é duro ouvir isso, a sua realidade é completamente diferente da nossa. É claro que eles usam sobretudo a LN, mas esporadicamente necessitam de utilizar a layer 1.</p>
<p>Este vídeo é a demonstração do <strong>verdadeiro valor do bitcoin</strong>, ser uma moeda.</p>
<p>Se nada for feito, 12$ será dentro de meia dúzia de anos o mínimo de fee para efetuar um transação na layer 1!</p>
<h1>Internet</h1>
<p>A internet é outro problema apontado no vídeo, mas com uma perspectiva diferente.</p>
<p>Quando nós pensamos no problema da internet, pensamos sobretudo em África, ainda são poucas as pessoas que tem smartphones, a internet apenas disponível nas grandes cidades e tem um custo elevado.</p>
<p>O <strong>Machankura</strong> é uma excelente solução para África, porque existe liberdade de telecomunicações, as pessoas é que têm dificuldade de acesso à internet.</p>
<p>No caso de Cuba é diferente, não existe liberdade de telecomunicações por parte regime comunista. Logo um <strong>Machankura</strong> não será possível, mesmo a internet por satélite, deve ser quase impossível de entrar no país.&nbsp;</p>
<p>Nem mesmo a China tem tantas limitações tecnológicas, isto é algo específico a muito poucos países, como Cuba e Coreia do Norte, nem sei, se acontece em mais algum.</p>
<p>Apesar de todas as dificuldades, Cuba tem dois fatores que possibilita o crescimento da adoção, o povo é culto e o turismo.</p>
<p>O turismo é fundamental, além de ser a principal receita do país. Neste século não existe turismo sem internet, sem partilhas nas redes sociais, possivelmente só em casos extremos é que o estado vai cortar a internet.</p>
<p>Será um caso interessante, quando houver uma grande adoção do bitcoin a nível mundial e a maioria dos turistas pagar com btc, o que o regime vai fazer.</p>
<p>Os locais claramente vão beneficiar, ao receber em btc dos turistas, o problema é o resto. Porque se o bitcoin fosse adotado amplamente pela população, o regime teria dificuldades, por isso a opressão.</p>
<h1>Sanções</h1>
<p>Este vídeo relata outro problema, as sanções económicas dos EUA. Não faz qualquer sentido manter-se, após tantos anos.</p>
<p>As sanções não penalizam os políticos, estes fazem uma vida normal, a única vítima é o povo.</p>
<p>O povo, além de viver sob um regime político que limita a sua liberdade, ainda sofre de uma política cega de um país dito livre. O povo não tem culpa das atitudes e atos dos seus políticos.</p>
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      </item>
      
      <item>
      <title><![CDATA[Pseudo Democracia]]></title>
      <description><![CDATA[As declarações de Von der Leyen e o caminho pouco democrático que a Europa está a seguir.]]></description>
             <itunes:subtitle><![CDATA[As declarações de Von der Leyen e o caminho pouco democrático que a Europa está a seguir.]]></itunes:subtitle>
      <pubDate>Mon, 01 Nov 55677 10:02:01 GMT</pubDate>
      <link>https://reiartur.npub.pro/post/4oroxa2zdhtwrraa48rvr/</link>
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      <category>política</category>
      
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      <dc:creator><![CDATA[reiartur]]></dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://image.nostr.build/5a967081dded726c7304345795c952dcb5e1064da376e2a6a2d4f222c19b8afa.jpg" alt=""></p>
<blockquote>
<p>A presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, destacou que a União Europeia (UE) <strong>está a incutir os valores europeus</strong> no espaço digital com as novas regras para plataformas digitais, que <strong>terão de remover conteúdos ilegais</strong>.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Estamos a <strong>trazer os nossos valores europeus</strong> para o mundo digital. Com regras rigorosas em matéria de transparência e responsabilidade, a nossa Lei dos Serviços Digitais visa proteger as nossas crianças, sociedades e democracias”, reagiu a líder do executivo comunitário, numa publicação na rede social X (anterior Twitter).</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>Após alguns meses de adaptação, plataformas de grande dimensão como X (anteriormente designada Twitter) e Facebook (do grupo Meta) têm de começar agora a <strong>cumprir as obrigações impostas</strong> pela nova Lei dos Serviços Digitais da UE.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>Em novembro passado, foi oficialmente adotada a nova Lei dos Serviços Digitais, criada para proteger os direitos fundamentais dos utilizadores ‘online’ e tornando-se numa legislação inédita para o espaço digital que responsabiliza plataformas por <strong>conteúdos ilegais e prejudiciais</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Notícia completa: <a href="https://cnnportugal.iol.pt/von-der-leyen/ursula-von-der-leyen/estamos-a-trazer-os-nossos-valores-europeus-para-o-mundo-digital-von-der-leyen-enaltece-lei-dos-servicos-digitais/20230825/64e89c94d34e371fc0b6fc16">CNNPortugal</a>.</p>
<p><br><br></p>
<p>Quem somos nós para impor os “nossos valores europeus”?</p>
<p>Quem decide quais são os “nossos valores”?</p>
<p>Um valor para um húngaro, pode não ser um valor para um português. Nisto tudo, onde fica a verdadeira riqueza europeia, a <strong>diversidade dos seus povos</strong>.</p>
<p>É democrático impor os “nossos valores”?</p>
<p>Qual a diferença entre a <strong>União Europeia</strong> impor os valores europeus e o <strong>Partido Comunista Chinês</strong> impor os valores chineses?</p>
<p>E os <strong><em>Aiatolás</em></strong> ou <strong><em>Talibans</em></strong> imporem os valores deles?</p>
<p>Se os regimes da China, Irão e do Afeganistão são anti-democrático, será a <strong>União Europeia</strong> democrática?</p>
<p>Quem decide quais são os valores “corretos”?</p>
<p>Se concordo com os valores dos <strong><em>Aiatolás</em></strong>, claro que na maioria dos casos, não. Por isso sou a favor de valores democráticos, onde exista liberdade individual, onde a <strong>minha liberdade termina onde começa a liberdade de outro.</strong></p>
<p>Eu não tenho o direito de impor os meus valores a terceiros, cada um siga os seus valores.</p>
<p>É claro que aqui estamos a falar de valores de liberdade individual e de expressão.</p>
<p>Eu levei a vacina contra a covid, mas as pessoas que não querem têm o direito de não querer. Se eu tenho a liberdade de querer a vacina, os outros também têm a liberdade de não querer. A <strong>imposição</strong> da vacina é uma violação das liberdades individuais.</p>
<p>Eu posso dizer nas redes sociais que as vacinas têm eficácia, mas se alguém diz o oposto é censurado ou mesmo banido.</p>
<p>É apenas uma opinião pessoal, a <strong>liberdade de expressão é um direito humano</strong>, por que razão as redes sociais tem que fazer censura.</p>
<p>Qual a diferença entre estas leis que censuram e a censura que existem nos regimes autoritários?</p>
<p>O que é <strong>fake news</strong>? Quem define o que é <strong>fake news</strong>?</p>
<p>Quem é que decide se aquele tweet é ou não <strong>fake news</strong>?</p>
<p>A <strong>União Europeia</strong> quer que as redes sociais sejam “juízes” e que façam “julgamentos”.</p>
<p>A justiça é feita nos tribunais, por juízes.&nbsp; Só um juiz, num tribunal, pode declarar se algo é legal ou ilegal, onde temos direito à defensa. Algo quase inexistente nas redes sociais.</p>
<br>
https://www.youtube.com/watch?v=azaOdC5Fsv0


<p>O que acontece ao cidadão que não tem a <strong>Digital ID’s</strong>?</p>
<p>Fica excluído da sociedade. Será que não temos direito ao anonimato e à privacidade.</p>
<br>

<p>Poderá ser o fim das denúncias, de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Whistleblower">whistleblower</a> e do jornalismo de investigação, quando o alvo é um governo ou um político ligado ao governo. Os políticos podem alegar que é <strong>fake news</strong> e essas notícias nunca serão publicadas.</p>
<p>Houve inúmeros casos de crimes envolvendo políticos, denunciados/investigados por denúncias públicas. Inicialmente eram negadas pelos envolvidos/governos, mas o tempo provou que eram verdade. Como o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate">caso de Watergate</a>, Julian Assange, Edward Snowden, etc.</p>
<p>Não existem democracias sem <strong>liberdade de imprensa</strong>, esta lei tem um único objetivo: provocar o medo de falar.</p>
<p>Depois vem sempre o mesmo bla-bla-bla dos políticos, dizem eles, esta lei é para combater o financiamento ao terrorismo.</p>
<p>Ok, eu concordo que o terrorismo tem que ser combatido, mas coloquem isso especificamente na lei.&nbsp;</p>
<p>Se a <strong>União Europeia</strong> criar uma lei que <strong>limita a liberdade de expressão</strong>, a população vai protestar e essa lei nunca entrará em vigor.</p>
<p>Em vez disso, dizem que vão criar uma lei com objetivo de combater o terrorismo, todos concordam, não há protestos.</p>
<p>No final o resultado é o mesmo, os políticos utilizam a desculpa do terrorismo, aprovam uma lei <strong>muito genérica, abrangente, onde se pode encaixar tudo</strong>, incluindo a limitação da liberdade de expressão e liberdade individuais.</p>
<p>Seguindo este <em>modus operandi</em>, a <strong>União Europeia</strong> deveria proibir as facas, todos os anos algumas pessoas utilizam as facas para cometer crimes. Esta premissa é estúpida, igualmente estúpida são estas leis que foram aprovadas na <strong>União Europeia</strong>, não faz sentido prejudicar milhões de pessoas, só porque algumas pessoas fazem mau uso dessa ferramenta. A lei deve apenas penalizar quem faz mau uso e que prejudique terceiros.</p>
<p>Todos nós sabemos quais serão as consequências destas leis. Como é lógico, as redes sociais não vão querer ter problemas com autoridades, vão ser exageradamente rigorosos no cumprimento da lei.&nbsp;</p>
<p>Até é lógico, porque é impossível, humanamente, que elas verifiquem todas as informações colocadas pelos seus milhões de utilizadores. As redes sociais vão colocar bots que bloqueiam tudo previamente, sem ler, sem interpretar o contexto, basta a utilização de certas palavras para ser censurado.</p>
<br>

<p>Bem-vindo à distopia!!!</p>
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<p>A presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, destacou que a União Europeia (UE) <strong>está a incutir os valores europeus</strong> no espaço digital com as novas regras para plataformas digitais, que <strong>terão de remover conteúdos ilegais</strong>.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Estamos a <strong>trazer os nossos valores europeus</strong> para o mundo digital. Com regras rigorosas em matéria de transparência e responsabilidade, a nossa Lei dos Serviços Digitais visa proteger as nossas crianças, sociedades e democracias”, reagiu a líder do executivo comunitário, numa publicação na rede social X (anterior Twitter).</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>Após alguns meses de adaptação, plataformas de grande dimensão como X (anteriormente designada Twitter) e Facebook (do grupo Meta) têm de começar agora a <strong>cumprir as obrigações impostas</strong> pela nova Lei dos Serviços Digitais da UE.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>Em novembro passado, foi oficialmente adotada a nova Lei dos Serviços Digitais, criada para proteger os direitos fundamentais dos utilizadores ‘online’ e tornando-se numa legislação inédita para o espaço digital que responsabiliza plataformas por <strong>conteúdos ilegais e prejudiciais</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Notícia completa: <a href="https://cnnportugal.iol.pt/von-der-leyen/ursula-von-der-leyen/estamos-a-trazer-os-nossos-valores-europeus-para-o-mundo-digital-von-der-leyen-enaltece-lei-dos-servicos-digitais/20230825/64e89c94d34e371fc0b6fc16">CNNPortugal</a>.</p>
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<p>Quem somos nós para impor os “nossos valores europeus”?</p>
<p>Quem decide quais são os “nossos valores”?</p>
<p>Um valor para um húngaro, pode não ser um valor para um português. Nisto tudo, onde fica a verdadeira riqueza europeia, a <strong>diversidade dos seus povos</strong>.</p>
<p>É democrático impor os “nossos valores”?</p>
<p>Qual a diferença entre a <strong>União Europeia</strong> impor os valores europeus e o <strong>Partido Comunista Chinês</strong> impor os valores chineses?</p>
<p>E os <strong><em>Aiatolás</em></strong> ou <strong><em>Talibans</em></strong> imporem os valores deles?</p>
<p>Se os regimes da China, Irão e do Afeganistão são anti-democrático, será a <strong>União Europeia</strong> democrática?</p>
<p>Quem decide quais são os valores “corretos”?</p>
<p>Se concordo com os valores dos <strong><em>Aiatolás</em></strong>, claro que na maioria dos casos, não. Por isso sou a favor de valores democráticos, onde exista liberdade individual, onde a <strong>minha liberdade termina onde começa a liberdade de outro.</strong></p>
<p>Eu não tenho o direito de impor os meus valores a terceiros, cada um siga os seus valores.</p>
<p>É claro que aqui estamos a falar de valores de liberdade individual e de expressão.</p>
<p>Eu levei a vacina contra a covid, mas as pessoas que não querem têm o direito de não querer. Se eu tenho a liberdade de querer a vacina, os outros também têm a liberdade de não querer. A <strong>imposição</strong> da vacina é uma violação das liberdades individuais.</p>
<p>Eu posso dizer nas redes sociais que as vacinas têm eficácia, mas se alguém diz o oposto é censurado ou mesmo banido.</p>
<p>É apenas uma opinião pessoal, a <strong>liberdade de expressão é um direito humano</strong>, por que razão as redes sociais tem que fazer censura.</p>
<p>Qual a diferença entre estas leis que censuram e a censura que existem nos regimes autoritários?</p>
<p>O que é <strong>fake news</strong>? Quem define o que é <strong>fake news</strong>?</p>
<p>Quem é que decide se aquele tweet é ou não <strong>fake news</strong>?</p>
<p>A <strong>União Europeia</strong> quer que as redes sociais sejam “juízes” e que façam “julgamentos”.</p>
<p>A justiça é feita nos tribunais, por juízes.&nbsp; Só um juiz, num tribunal, pode declarar se algo é legal ou ilegal, onde temos direito à defensa. Algo quase inexistente nas redes sociais.</p>
<br>
https://www.youtube.com/watch?v=azaOdC5Fsv0


<p>O que acontece ao cidadão que não tem a <strong>Digital ID’s</strong>?</p>
<p>Fica excluído da sociedade. Será que não temos direito ao anonimato e à privacidade.</p>
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<p>Poderá ser o fim das denúncias, de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Whistleblower">whistleblower</a> e do jornalismo de investigação, quando o alvo é um governo ou um político ligado ao governo. Os políticos podem alegar que é <strong>fake news</strong> e essas notícias nunca serão publicadas.</p>
<p>Houve inúmeros casos de crimes envolvendo políticos, denunciados/investigados por denúncias públicas. Inicialmente eram negadas pelos envolvidos/governos, mas o tempo provou que eram verdade. Como o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Caso_Watergate">caso de Watergate</a>, Julian Assange, Edward Snowden, etc.</p>
<p>Não existem democracias sem <strong>liberdade de imprensa</strong>, esta lei tem um único objetivo: provocar o medo de falar.</p>
<p>Depois vem sempre o mesmo bla-bla-bla dos políticos, dizem eles, esta lei é para combater o financiamento ao terrorismo.</p>
<p>Ok, eu concordo que o terrorismo tem que ser combatido, mas coloquem isso especificamente na lei.&nbsp;</p>
<p>Se a <strong>União Europeia</strong> criar uma lei que <strong>limita a liberdade de expressão</strong>, a população vai protestar e essa lei nunca entrará em vigor.</p>
<p>Em vez disso, dizem que vão criar uma lei com objetivo de combater o terrorismo, todos concordam, não há protestos.</p>
<p>No final o resultado é o mesmo, os políticos utilizam a desculpa do terrorismo, aprovam uma lei <strong>muito genérica, abrangente, onde se pode encaixar tudo</strong>, incluindo a limitação da liberdade de expressão e liberdade individuais.</p>
<p>Seguindo este <em>modus operandi</em>, a <strong>União Europeia</strong> deveria proibir as facas, todos os anos algumas pessoas utilizam as facas para cometer crimes. Esta premissa é estúpida, igualmente estúpida são estas leis que foram aprovadas na <strong>União Europeia</strong>, não faz sentido prejudicar milhões de pessoas, só porque algumas pessoas fazem mau uso dessa ferramenta. A lei deve apenas penalizar quem faz mau uso e que prejudique terceiros.</p>
<p>Todos nós sabemos quais serão as consequências destas leis. Como é lógico, as redes sociais não vão querer ter problemas com autoridades, vão ser exageradamente rigorosos no cumprimento da lei.&nbsp;</p>
<p>Até é lógico, porque é impossível, humanamente, que elas verifiquem todas as informações colocadas pelos seus milhões de utilizadores. As redes sociais vão colocar bots que bloqueiam tudo previamente, sem ler, sem interpretar o contexto, basta a utilização de certas palavras para ser censurado.</p>
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<p>Bem-vindo à distopia!!!</p>
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